A escassez de combustíveis vai manter-se mais uma semana em São Tomé e Príncipe, segundo o ministro das Finanças, que reconheceu os constrangimentos e apelou à paciência da população.
Aescassez de combustíveis vai manter-se mais uma semana em São Tomé e Príncipe, disse hoje o ministro das Finanças, que reconheceu os constrangimentos e apelou à paciência da população.
“Eu sei que a paciência tem limites, mas não me resta fazer outra coisa. Pedir essa paciência e dizer que nós estamos altamente empenhados para garantir que a nossa gasolina, o gasóleo, o ‘jet fuel’ e o petróleo, cheguem até à próxima semana”, disse Gareth Guadalupe, quando questionado pelos jornalistas, à margem de um evento na capital são-tomense.
Contrariamente à previsão da semana passada, em que anunciou que a gasolina e o petróleo chegariam esta semana, o ministro são-tomense da Economia e Finanças admitiu hoje que, “na melhor das hipóteses”, estes produtos deverão chegar até a próxima quarta-feira.
“Eu sei que a paciência tem limites, mas não me resta fazer outra coisa. Pedir essa paciência e dizer que nós estamos altamente empenhados para garantir que a nossa gasolina, o gasóleo, o ‘jet fuel’ e o petróleo, cheguem até à próxima semana”, disse Gareth Guadalupe, quando questionado pelos jornalistas, à margem de um evento na capital são-tomense.
Contrariamente à previsão da semana passada, em que anunciou que a gasolina e o petróleo chegariam esta semana, o ministro são-tomense da Economia e Finanças admitiu hoje que, “na melhor das hipóteses”, estes produtos deverão chegar até a próxima quarta-feira.
“Nós temos a nossa equipa a andar atrás, juntamente com a Polícia Nacional. São vendedores altamente ambulantes. E a orientação que dei aos meus serviços é que, doa quem doer, quem for apanhado, que se identifique a bomba ou o contentor que está a fornecer (…). Eles têm instruções claras para fechar imediatamente estes edifícios”, anunciou Guadalupe.
A rotura de combustível tem gerado uma onda de descontentamento em vários setores, com impacto direto no aumento do preço dos transportes, ausência de funcionários em vários setores, e no funcionamento do setor privado.
Na terça-feira da semana passada, o ministro são-tomense justificou a rotura pela falta de recursos financeiros para novas importações face ao aumento dos preços no mercado internacional.
“Cada vez mais os preços estão a subir (…) e sempre que nós damos o início à importação dos combustíveis, tentamos fazê-lo com antecedência suficiente, mas, enquanto não conseguimos um montante suficiente para fazer a devida importação, não nos é fornecido o combustível”, justificou Gareth Guadalupe.
Lusa