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Arquipélago africano
oferece ecoturismo
com conforto
08-06-2009 -
São Tomé e Príncipe
é também chamado de
'Pérola do
Equador'. Porém,
não é em nenhuma das
duas ilhas que dão
nome ao país
africano que passa a
linha imaginária.
Para colocar um pé
no hemisfério sul e
outro no norte, é
preciso pegar um
barco e seguir na
direção sul, até
Ilhéu das Rolas.
A pequena ilha na
costa atlântica da
África tem um
monumento que marca
a latitude zero
grau: consiste em um
mosaico do
mapa-múndi, com uma
estátua sobre o
território de São
Tomé e Príncipe. Só
a instalação não
vale a viagem, mas
se engana quem pensa
que o local não tem
mais a oferecer.
Na ilhota, turistas
mais tranquilos
costumam ter boas
surpresas ao
explorar a
gastronomia local.
Ilhéu das Rolas é
casa do chef João
Carlos Silva, dono
do restaurante Roça
de São João, onde
serve seus
requisitados pratos.
O cozinheiro chegou
a apresentar um
programa culinário
na televisão
portuguesa que
rendeu o lançamento
de um livro. Para os
aventureiros, a
pequena ilha também
é um prato cheio: é
possível percorrer
trilhas que levam a
praias escondidas
atrás de paredões
rochosos.
Não só no ilhéu, mas
em todo o
arquipélago, há
muito para ser
explorado pelos
amantes da natureza.
De julho a outubro,
baleias migram para
a região em busca de
águas quentes e
podem ser vistas em
passeios de barco.
Além disso,
papagaios de
diversas espécies
vivem soltos na ilha
de Príncipe. O
ecoturismo é
acompanhado por uma
boa infra-estrutura
- nas duas ilhas
principais existem
hotéis dos mais
luxuosos aos mais
simples.
Uma opção de estadia
interessante são as
antigas fazendas de
cacau. Até a
proclamação da
independência do
país, em 1975, São
Tomé e Príncipe
dependia totalmente
dessa monocultura.
Apesar de o cacau
ainda ser
importante, hoje
alguns lugares que
viviam da
agricultura são
cafés e hotéis,
fornecendo um
ambiente bucólico ao
mesmo tempo em que
contam a história do
país.
Especial para Terra
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