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Trovoada está
preocupado com a
Comissão do Golfo
O
secretário executivo
da Comissão do Golfo
da Guiné, Miguel
Trovoada, manifestou
preocupação, em São
Tomé, com o atraso
na realização da
terceira cimeira
ordinária desta
estrutura sedeada em
Angola.
Trovoada fez estas
declarações à PANA
no final de um
encontro de duas
horas com o
Presidente da
República Manuel
Pinto da Costa, com
quem falou do futuro
da organização.
Ele disse que a
última cimeira
ordinária teve lugar
em Luanda em 2005 e
que a extraordinária
aconteceu aquando da
sua eleição para o
cargo em Janeiro de
2009.
“Já vamos muito
atrasados e espero,
antes de deixar a
organização, que ela
se realize”, disse
Miguel Trovoada.
Sobre a
possibilidade de se
recandidatar ao
cargo, Miguel
Trovoada, cujo
mandato de três anos
termina em Janeiro
de 2012 à frente da
Comissão do Golfo da
Guiné, sublinhou
que, se fosse o
caso, ia informar
primeiro o
Presidente de São
Tomé.
Quanto à pirataria
marítima que fustiga
o Golfo da Guiné,
Miguel Trovoada
disse que reuniu, em
Novembro último, em
Luanda, com uma
importante delegação
do Conselho de
Segurança das Nações
Unidas ( ONU), que
incumbiu a Comissão
do Golfo da Guiné de
organizar a cimeira
dos chefes de Estado
da África Central e
Ocidental para
abordar o assunto.
Miguel Trovoada
disse que ainda não
foram indicados o
país e a data da
realização da
cimeira
encontrando-se as
partes em discussão.
Miguel Trovoada,
além de ser membro
da Comissão do Golfo
de Guiné, é também
membro do Conselho
de Estado de São
Tomé e Príncipe,
órgão de consulta do
Presidente da
República. O Golfo
de Guiné agrupa a
Guiné-Bissau, Guiné
Conakry, São Tomé e
Príncipe, Serra
Leoa, Libéria, Costa
do Marfim, Gana,
Togo, Benin,
Nigéria, Camarões,
Guiné Equatorial,
Gabão, Congo,
República
Democrática do Congo
e Angola.
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