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Governo santomense promove crescimento

 económico

 

11-07-2014 São Tomé e Príncipe precisa de 360 milhões de euros para investir em 13 projetos suscetíveis de atrair o investimento direto estrangeiro, para que a economia do pais seja menos dependente do capital oferecido, aumentando a sua visibilidade regional soube-se de fonte oficial.

 

“O total de projetos em debate podem aumentar em cinquenta porcento o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Não estamos a falar do petróleo porque o desenvolvimento da indústria petrolífera poderá acrescentar muito acima deste valor” disse, Armando Cabral, sócio e diretor-geral da Maquisi Company, empresa autora do estudo recomendado pelo Governo do primeiro-ministro santomense, Gabriel Costa.

Falando num auditório, onde estavam presentes empresários, membros da sociedade civil, do Governo, representações diplomáticas, organizações internacionais e doadores de fundos, Armando Cabral defende que estes projetos só podem ser exequíveis se houver um clima de negócios favorável ao investimento.

Apontou o sistema judicial célere e credível, a política dos impostos que, a seu ver, esses “ingredientes” são impulsionadores da estabilidade macroeconómica.

Cabral assegurou que multinacionais procuram investir nos países africanos onde reinem a estabilidade política sem conflito armado”.

Acrescentou que o capital se adquire com projetos e que “um país que não tem projetos não consegue atrair capital. Os projetos fazem-se com investidores que vão os executar”.

No entanto, o Presidente santomense, Manuel Pinto da Costa, que inaugurou o evento defendeu que “o desenvolvimento económico de São Tomé e Príncipe será acelerado pela aposta na internacionalização da economia, com um foco reforçado na exportação de bens e serviços distintivos.

A seu ver, esta aceleração deve ser feita nos setores em que "o nosso país detém vantagens competitivas importantes, como sejam a agricultura ou o turismo sustentáveis”.

O chefe de Estado santomense disse que o país deve garantir o desenvolvimento das atividades agrícolas e comerciais vocacionadas para servir o consumo interno, para que o valor criado pelos setores exportadores e de maior dinamismo “se alastre” para a totalidade da economia, criando empregos e riquezas”.

Acelerar processo de desenvolvimento económico de São Tomé e Príncipe contou com o apoio das empresas Angola Unitel STP e AIP (Agência de Investimento Privado de Angola em São Tomé e Príncipe).

A falta de consenso politico em 2012 afastou a possibilidade de empréstimo de 380 milhões de dólares que Angola deveria conceder a São Tomé e Príncipe para impulsionar o seu desenvolvimento económico, indica-se. redação com pana.

 

 

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