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Questão de  cooperativismo pode implicar  aspecto comercial em S.Tomé e Príncipe

 

 

Celso Garrido representante do PDSA em S. Tomé e Príncipe, disse durante o I Fórum realizado recentemente no país, nós começamos a discutir na possibilidade porquê que a questão do cooperativismo não funciona correctamente em S. Tomé e Príncipe, e que implica o aspecto comercial.

Nós debatemos varias vezes, achamos por bem organizar um fórum a nível nacional de forma debater junto a todos os atores como que esta questão poderá ser resolvida com a contribuição da sociedade civil.

O associativismo e cooperativista tem como a finalidade e auxílio mútuo, segundo o qual aqueles que se encontram na mesma situação desvantajosa de competição conseguem, pela forma de esforços garantir  a rentabilidade da sua actividade económica.

As cooperativas agrícolas em S. Tomé e Príncipe, na actualidade, encontram-se numa fase embrionária e não contam com um estatuto legal reconhecido no cartório. Na realidade as associações que possuem um fim comercial têm sido registadas legalmente como associação e a sua atividade comercial fica registada como empresa.

Face a esta situação representantes dos quatros projectos como PIPAGA, PDCA, PROFOPESCAS e PDSA -II reuniram-se numa reflexão no intuito encontrar mecanismos práticos de reforço dessas associações e procurar vias para o preenchimento das lacunas existente ao objecto da criação de cooperativas comerciais de bens alimentares. Neste sentido a comissão decidiu pela realização de um Fórum de reflexão e debate sobre a Comercialização e Cooperativismo em S. Tomé e Príncipe.

O debate foi realizado durante dois dias, a sociedade civil organizada deu a sua valia e daí adiante o país pode rever a sua dinâmica de cooperativa de uma forma a comercializar os nossos produtos locais” sublinhou representante do PDSA.

Algumas cooperativas não estão legalizadas devidamente tendo em conta as leis não enquadram bem o cooperativismo em S. Tomé, destacou Celso Garido,  “ eu acho que todas as cooperativas  que funcionam  se não me enganar  estão enquadradas  na lei que tem  haver com as empresas”.

Para concluir celso Garrido disse, então, há necessidade de tentar enquadrar bem o que é o cooperativismo e associativismo no aspecto comercial. Porque a cooperativa também faz negócios mas num outro espírito, não como espíritos da empresa. Não existe se calhar leis que estabelecem o ambiente do cooperativismo. O debate foi nesta esteira até que ponto pode situar o aspecto de cooperativismo nem que os nossos associados podem ter mais-valia nestes aspectos.

Otcv. Soares

 

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