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Aumento de Consumo de Droga em S. Tomé e Príncipe

Não há silêncio sobre  resultados de consumo

de droga em S. Tomé e Príncipe

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12 Junho2017 - A Directora do Instituto da Droga e Tóxico Dependência, Ivete Lima, reagiu esta semana os recentes debates, a volta do consumo de álcool e outras drogas, após a publicação de recentes estudos realizado pela investigadora luso santomense Isabel de Santiago.

A problemática do aumento do consumo do álcool e de substâncias psicotrópicas no país, tem constituído a preocupação para as autoridades nacionais, e igualmente para a saúde pública, segurança e bem-estar da população particularmente para as crianças adolescentes e jovens.

Na última secção plenária da Assembleia Nacional, alguns deputados manifestaram-se preocupados com a situação, afirmando:

“ a senhora Santiago tem feito estudos no seio de estabelecimento do ensino, apurou a situação onde S. Tome e Príncipe é apontado como o segundo Pais da África Lusófono, de maior consumo de álcool, eu acho que S. Tomé e Príncipe, nós deputados estamos cá também, para analisar esta situação, que é preocupante, porque é de interesse relevante. Nós deputados temos que ver para tentar inverter essa situação”.

A Directora do Instituto da Droga e Tóxico Dependência, Ivete Lima disse, relativamente ao estudo da Investigadora Isabel Santiago, é uma boa Iniciativa. Este estudo veio ainda impulsionar os dados estatísticos que temos, isto não constitui inovação para nós, não constitui uma informação nova para nós, porque já temos o diagnóstico da situação do consumo da bebida alcoólica e outras drogas.

 “mas no entanto este estudo peca, porque de acordo ao estudo nacional de estatística, se a memória não me falhar, no artigo lei 5/ 98, qualquer estudo que é realizado, para que possamos tomar os dados resultados desses estudos e divulgar  e utilizar ao nível internacional, o inquérito do referido estudo  deveria passar pela Direcção do Instituto Nacional de Estatística para a validação”, acrescentou Ivete Lima.

Ivete Lima avançou ainda, o que não aconteceu com estudo da investigadora, logo que nós vemos depois da investigadora realizar os seus estudos a nível da RTP-Africa, S.Tomé e Príncipe hoje está classificado como II País ao nível do lusófono os que consomem mais bebidas alcoólicas. Esse dado, não é um dado oficial.

Para Iveti Lima o estudo vem reforçar as estatísticas do país, mas coloca varias interrogações, as relações as conclusões chegadas frisando “relativamente aos seus estudos, há métodos utilizados até que ponto é verdade, mas no entanto esses estudos veio reforçar, porque  a investigadora utilizou uma amostra de 150 individuo de 13 a 18 anos, do sexo masculino e feminino do Liceu Nacional”.

Por outro lado, Ivete Lima acrescentou ainda, Isabel de Santiago realizou um inquérito piloto na Cidade de Neves onde aplicou um questionário que já foi utilizado na universidade de Brasil, que foi adaptado em português para S.Tomé e Príncipe. Mas no entanto, em vês de elaborar o questionário e enviar para o instituto Nacional de Estatística de STP para ser validado, de forma que estudo tivesse uma maior aceitação e qualidade.

 “E outra questão, ela depois de realizar o estudo, deveria pelo menos disseminar o estudo publicamente” avançou.

“Mas no entanto, nós do instituto, solicitamos a investigadora o estudo completo que até agora não nos enviou, mais uma vês volto a frisar que esse estudo volta a reforçar os dados estatísticos  que nós temos” precisou Ivete Lima.

Em STP, estamos a caminho de 42 anos da independência, especializados para realizar o estudo, é preciso que as autoridades nacionais, não é agora que vem ao longo tempo, que comecem a valorizar os quadros nacionais, porque os quadros nacionais estão no terreno frisou Isabel, avançando “porque os quadros nacionais estão no terreno, eles conhecem a realidade de S. Tomé e Príncipe”, disse Directora do Instituto da Droga e Tóxico Dependência.

Não é novidade que elas vem nos dizer num dos seu dados estatísticos, os adolescentes jovens que foram inqueridos afirma que 98% dos pais consomem bebidas alcoólicas mais de 96% das mães consomem bebidas alcoólicas. Será que é verdade? interroga Ivete Lima  durante a sua  intervenção.

 Iveti Lima assegurou que “estão em marchas várias medidas que vão desde acções de sensibilização até medidas punitivas, é a melhor arma que nós temos”.

 O consumo de bebidas alcoólicas e substâncias psicotrópicas passa pela educação pela mudança de atitude e comportamento e passa pela consciencialização dos jovens, de forma que eles tenham a consciências quando consumir uma bebida alcoólica ou uma droga que eles estão a prejudica-se a si próprio.

Porque nós estamos na prevenção preventiva em termo de campanha de formação, sensibilização, informação distribuição de desdobráveis e também a criação de umas medidas punitivas a nível, por exemplo: das discotecas dos clubs, nós temos a lei  3/2012 que proíbe a entrada dos menores nos recintos de vendas de bebidas alcoólicas.

Portanto como actividades nocturnas estamos a elaborar uma lei que todos os bares as lojas e discotecas coloque as placas de interdição a entrada de menores nos recintos da venda de bebidas alcoólicas, mas no entanto mesmo o governo façam sua parte e é necessário que os encarregados de educação e famílias também ponham as mãos, concluiu Ivete Lima.

   .O.Sores

 

 

 

   
 

 

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