|
PSICOPATIA E
SOCIOPATIA
16-04-2009
- No
acompanhamento do
dia-a-dia das
negativas evoluções
do nosso país ao
nível social e
político, denota-se
que desde 1991 a
esta parte alguns
políticos da nossa
praça e alguns altos
dirigentes ao nível
da alta magistratura
do país vêm sofrendo
dos sindromas de
psicopatia e
sociopatia!
PSICOPATIA
Em termos de
psicopatia alguns
deles revelam-se
psicopatas de grau
máximo com
consequências
patológicas
gravíssimas, devendo
a sociedade civil em
geral rastreiar uns
tantos elementos
desses porque se
esta doença
revelar-se
contagiosa, então
devemos arranjar
vacinas para o seu
tratamento de modo a
não afectar os
nossos jovens e a
população em geral.
SOCIOPATIA
Falando de
sociopatia, é também
notório que que esta
doença está numa
fase muito avançada,
principalmente nos
arredores do palácio
nacional afectando
assim a alta
magistratura deste
país!
A sociopatia é uma
doença do foro
psicológico que tem
a sua manifestação
espontânea em
indivíduos julgados
sãos que se quer dar
nas vistas ou ser
notícias das
primeiras páginas
causando espanto e
admiração de todos.
As causas de
sociopatia provêm
de: Falta de
afectividade
familiar, alto
isolamento,
autoisolamento,
desprezo pela
sociedade etc...
Ora vejamos:
As altas figuras do
nosso país que
sofrem deste
sindroma, quando não
são notícias ou
queiram causar junto
a todos um certo
sensacionalismo:
1 – Inaugoram coisa
insignificantes (
Hotéis, Pensões,
Chafarizes e outas)
2 – Patrocinam
festas escolares e
criticam os
organizadores
3 – Alegam presenças
de barcos
estrangeiros nas
nossas águas
territoriais
3 – Prendem
arbitráriamente os
seus opositors
alegando golpe de
estado
4 – Caluniam os seus
colegas cuja missão
é a mesma
Enfim.
Por isso se conclui
que os sociopatas,
são personalidades
muito perigosas,
pelo que seria bom
que todos os
santomenses
soubessem
identificá-los
porque são
imprevisíveis nas
suas manifestações
espontâneas,
chegando mesmo a
cometer crimes em
alta escala.
Para finalizar, a
sociopatia está bem
patente no caso das
eleições regionais
santomenses pela sua
anunciação
unilateral em
13-04-09 pela alta
magistratura do
nosso país!
Por isso, carros
compatriotas; Andar
de braços dados com
um sociopata é
sempre mais perigoso
do que fazer o mesmo
com um louco! O
sociopata não tem
cura, mas o louco
cura-se.
Um bem haja a todos.
Lisboa 16 de Abril de 2009
Humberto Santos
ERRADICAÇÃO DA
POBREZA EM S. TOMÉ E
PRÍNCIPE
28-03-2009 -
S. TOME E PRÍNCIPE
neste momento,
devido a
desestabilização
política, o disse e
não disse, calúnia a
todos os momentos,
fantasmas do
passado, falsos
alarmes de golpes de
estado etc.…
contribuem para o
não desenvolvimento
deste povo,
obrigando-os a
estarem sobre stress
constante,
deturpação e
atrofiamento
cerebral de toda a
sociedade,
contribuindo assim
para uma sociedade
estática de mulheres
e homens não
pensantes”passo a
expressão”.
Para acabar com a
pobreza a todos os
níveis em S. Tomé e
príncipe, devemos
começar pela
restituição da
agricultura em
primeiro lugar,
seguindo-se a pesca
e o turismo.
Partindo-se de
princípio que o país
neste momento não
está a produzir o
suficiente ou quase
nada nestes
sectores, o governo
deve estipular uma
política para:
AGRICULTURA
{Cacau, Café, Copra,
Banana, Hortícolas,
Bovino, Caprino,
Ovino, Oleaginosas,
Especiarias
orientais” pimenta,
baunilha, gengibre,
açafrão, chás, etc”,
Inhame, Abacate,
Mangas, Ananases,
Abacaxis, Coconote,
Fruta pão} etc…
PESCA
{Impostos sobre
pescas submarina,
Artesanal,
Cooperativista,
Aluguer de bandeira
nacional e Impostos
a Armadores
estrangeiros, etc.
}.
TURISMO
{Imposto mínimo
Aeroportuário,
Imposto às empresas
estrangeiras e
nacionais do ramo
hoteleiro (hotéis,
pensões, salões de
jogos, etc.}.
A todos esses
sectores da
sociedade, para
provarmos que os
nossos produtos,
quer interno quer
externo, são de
qualidade, devendo
para isso convidar
os nossos parceiros
do mercado
internacional
nomeadamente a
comunidade europeia
e outros países a
visitar o nosso país
para observarem de
perto os produtos, o
seu manuseamento,
armazenamento,
congelação e
empacotamento em
conformidade com a
exigência do
cliente.
Digo isto; porque os
nossos produtos são
vandalizados e
queimados no mercado
europeu devido o
desinteresse do
nosso governo em
valorizar o que é
seu!
Pois bem, esses três
sectores
(Agricultura, Pesca
e Turismo),
constituem a pedra
basilar para
desenvolvimento de
S.Tomé e Príncipe.
Como fazê-lo?
O problema da
macroeconomia e
micro economia não é
a minha área, pelo
que se estou a fazer
uma análise absurda
da questão, cabe aos
entendedores da
matéria perdoar-me e
talvez os grandes
economistas e
gestores santomenses
no país se disponham
a me corrigir, ou
talvez com esta
forma de comentar e
se preocupar com o
meu/nosso país possa
um dia suscitar um
debate nacional e na
diáspora sobre o
assunto!
Voltando assim ao
assunto em epígrafe,
sugeria o seguinte:
No sector de
agricultura, cabe ao
governo Santomense
implementar uma
política de
fiscalização ao
sector, fazer um
inventário às roças
doadas pelo governo
à vários nacionais,
constatar in loco o
que cada uma das
roças produz,
tomando em
consideração as que
produzem algo
valioso e as que
nada produzem!
Das roças que
produzem,
ser-lhes-ão
reforçadas recursos
humanos, materiais e
equipamentos para
superarem a sua
produção.
Cabe também ao
governo analisar as
roças que não
produzem e que
somente destruíram o
ambiente e a
natureza,
retirar-lhes
imediatamente as
roças e o próprio
governo assumir a
sua gestão (renacionalização),
dando
trabalhos
ao povo e recuperar
tudo que é
infraestruras destas
roças e pôr á
disposição dos
trabalhadores e quem
sabe ao turismo
rural!
Por outro lado, cabe
ao governo dispor de
técnicos agrícolas
capacitados de meios
e equipamentos para
uma fiscalização aos
vários sectores
agrícolas (os que
não produzem e os
que produzem),
recolhendo amostras
de terras para
futuras análises e
consoante os
resultados
direccioná-los para
produção de um
determinado produto
agrícola.
Ao governo cabe
também procura
mercados
internacionais para
exportação do
excedente agrícola.
Todo imperativo
implementado à
agricultura será
também implementado
aos sectores da
pesca e do turismo.
Como disse atrás,
não sou economista
nem entendo das
matemáticas
aplicadas nesta área
para orientações
macro e
microeconómicas.
Sendo assim, irei
expor algum conceito
dos ensinamentos
aritméticos
adquiridos na minha
4ª classe para dizer
o seguinte:
Sei que o país neste
momento não tem
recursos “pelas
contas que fiz”, mas
se nós tivermos em
conta que a
desestabilização
política, a fofoca
política, os empatas
ou estorvos
políticos não
contribuem em nada
para que o nosso
país saia do marasmo
em que se encontra,
apelo a todos os
intervenientes na
cena política
santomense para que
dêem as mãos sem ver
a cor política em
que se inscrevem,
procuram
investimentos
nacionais e
estrangeiros (não as
dificulta) para o
país em todas as
áreas se desenvolva
para o bem de todos!
Por outro lado, que
deixem de querelas
políticas, arregaçam
as mangas,
aproveitem as
opiniões dos outros
“analisando-as” sem
complexo de
inferioridade ou de
sabe tudo, perguntem
quando é para
perguntar, expõem de
uma forma clara e
concisa os problemas
aos conhecedores da
matéria e vamos
começar a trabalhar.
Sendo assim, se
considerarmos que a
nossa população é em
número
150.000 pessoas!
Se cada santomense
usufruir um salário
de 150 Dólares/mês,
Se deste salário de
cada um, retirarmos
20% para segurança
social e finanças,
Levarão para casa um
salário mensal
de 150 * (1-0.20) =
120 Dólares/mensal.
Se a cada salário de
um santomense
multiplicarmos por (
12 + 2 ) meses,
Anualmente um
santomense receberá
120 *(12 + 2) = 1680
Dólares/Anual;
Se multiplicarmos
esta quantia por
150.000 santomenses,
teremos:
1680 * 150.000 =
252.000.000
(duzentos e
cinquenta e dois
milhões de
dólares/Anual) para
o orçamento do
estado para acabar
com a pobreza.
Se multiplicarmos
este valor por 2,
teremos:
252.000.000 *2 =
504.000.000
(quinhentos e quatro
milhões de dólares).
Agora vamos fazer a
2ª análise:
Dos 150 Dólares/mês
de cada santomense
extraímos 20% de
imposto para
segurança social e
finanças, teremos de
cada santomense para
fundo de pensão,
150 * (1-0.20) =
30 Dólares/mês.
Se a este valor
multiplicarmos por
12, teremos:
30*12 = 360
Dólares/Anual.
Se multiplicarmos
esse valor por
150.000 santomenses,
teremos para nossa
segurança social,
finanças e
imprevistos um total
de: 360
* 150.000 =
54.000.000
( cinquenta e quatro
milhões de
dólares/Anual na
caixa do estado).
Agora vamos analisar
a 3ª e última parte:
Se dos
504.000.000 de
Dólares
necessários para o
nosso
desenvolvimento, o
governo desviar 20%
para corrupção,
desviará qualquer
coisa como
504.000.000 * (1 –
0.20) =
403.000.000.
Mesmo com a
corrupção, o “ povo
“ ainda terá
403.000.000 de
Dólares
para trabalhar e
viver um tanto ao
quanto desafogado!
Dos
403.000.000 de
Dólares,
o governo retira-lhe
o dito orçamento do
estado, fica:
403.000.000 –
252.000.000 =
151.200.000
Dólares/Ano para o
governo estipular o
seu vencimento,
aplicá-los na
Educação, Obras
públicas e
Infra-estruturas, e
Saúde.
FINALMENTE COMO
OBTERMOS OS
252.000.000 DE
DÓLARES COMO
SUPLEMENTO!
Este valor
suplementar para o
nosso
desenvolvimento e
contribuir para
erradicação da
pobreza no país
deverão provir de:
Zona de exploração
conjunta
Compromissos com a
república de Taiwan
Receita vinda de
aluguer das nossas
águas aos pesqueiros
europeus
Receitas
alfandegárias,
A agricultura
A Pesca
O Turismo
Os 151.200.000 de
Dólares,
deverão ser
adquiridos num finca
pé de coragem e
determinação de “ We
Can” (nós podemos e
vamos conseguir
pagar) numa primeira
fase do projecto por
empréstimos a longo
prazo, somando-lhe
as dádivas da União
europeia, Renda da
base Americana
existente no país,
ou talvez sugerindo
alguns parceiros
tais como:
Líbia, Angola,
Portugal, Arábia
Saudita, Taiwan,
Estados Unidos,
Gabão (ali perto),
etc… desde que
apostemos fortemente
naquilo que é
determinação e
responsabilidade,
fazendo crer o nosso
credor que sou sério
e sabemos levar
também a sério os
nossos compromissos
e as nossas
responsabilidades
com planeamento
responsável,
cronograma
financeiro de
pagamento entregue a
pessoas sérias e
responsáveis, para
que após cinco anos
possamos honrar os
nossos compromissos
com o nosso povo.
Como complemento da
nossa
responsabilidade
temos como a ponta
do ICEBERG o
planeamento que faça
cumprir todas as
etapas dos nossos
compromissos
inclusive o controle
de produção até a
exaustão submetendo
os nossos recursos
humanos às
actividades criticas
quando as houver
para honra e glória
do nosso povo!
Porém; Há um entrave
na nossa vida!
O problema
energético actual de
nada contribui para
esse projecto!
Para isso numa
primeira fase
podemos arriscar com
os ditos geradores.
Mas por pouco tempo.
Numa 2º fase muito
próxima, em vez de
nós estarmos a
gastar rios de
dinheiro em
Geradores, convém
começarmos a
negociar com a China
ou com Taiwan no
sentido da
construção de uma
barragem térrea o
mais rapidamente
possível na montante
ou na jusante de um
dos nossos rios de
maior caudal no
sentido de desviar
toda ou quase toda
água para essa
barragem par que num
prazo muito curto se
possa vê-la cheia de
água antes da
barragem de cabo
verde se encher
primeiro, pois nós
temos todos os
recursos hídricos
possíveis e
imaginários para o
fazer sem contar com
a presença da chuva
durante nove
meses/Ano. Na
certeza porém de que
com uma boa
cooperação com
todos, sairemos
realmente do fosso
em que nos
encontramos.
Vamos todos Andar de
caras erguidas e
dizer; Eu sou
Santomense,
Lisboa 26 de Março
de 2009
Humberto Santos |