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Workshop de lançamento de

plataforma de turismo sustentável

em S. Tomé e Príncipe

 

PAPAFPA/MARAPA lança processo de sensibilização em S. Tomé e Príncipe

Desempenho do projecto GEF em  S.Tomé e Príncipe

CECAFEB avança com exportação de café Biológico para França

A Cooperativa de exportação de Café biológico (CECAFEB), é uma organização criada em 2010 no quadro do acordo de parceria entre o Governo Santomense, o PAPAFPA/FIDA, a AFD e a Sociedade Malongo . A referida cooperativa tem como objectivo relançar uma cafeicultura de alta qualidade na zona de Monte Café.

Os principais resultados já obtidos são: A estruturação de 6 associações de pequenos produtores de café agrupados numa Cooperativa de exportação (CECAFEBE); uma primeira exportação de uma amostra de 86kg de café em 2010, foi considerada “de alta qualidade” pelo comprador seguida de uma produção de 5 Toneladas em 2011e de aproximadamente 6 Toneladas no primeiro semestre de 2012.

As perspectivas para o aumento de produção apontam para 2018, uma cifra de cerca de 35 toneladas. Actualmente a Cooperativa conta com 80 mil plantas que vem sendo distribuídas aos produtores associados.

Foi construído um centro de tratamento húmido de café na comunidade de Bem Posta que tem merecido uma atenção dos diversos visitantes no local e ao mesmo tempo incentivado a pratica de cafeicultura.

José Samba, presidente da CECAFEB sublinhou que o PAPAFPA, no quadro do seu programa, tem envidado esforços para o desenvolvimento da Cooperativa através do aumento dos níveis de exportação directa de café de qualidade de S. Tomé e Príncipe para a França.

Sublinhe-se que anteriormente registava-se um fracasso na produção de café em S. Tomé e Príncipe tendo em conta que as seis comunidades estiveram abandonadas, nomeadamente, Novo Destino, S. José, S. Nicolau, S. Carlos, Bem Posta e Mongo, actualmente beneficiárias do Programa e produtores de café biológico”, disse José Somba.

O Presidente da CECAFEB, José Samba disse ainda que: estamos a esforçar para cumprirmos do compromisso existente com o comprador. O Café Arábica é uma marca desta cooperativa que é comercializado internamente.

O Programa Participativo à Agricultura Familiar e Pesca Artesanal PAPAFPA tem beneficiado os agricultores através de apoios técnicos e materiais, na preparação de produtos e na sua comercialização.

“Fazemos o tratamento de café, exportação, a comercialização de café torrado, a gestão administrativa económica e os meios sociais da cooperativa. Pelo menos até agora estamos a andar através do PAPAFPA, e estamos muito gratos por esse facto”, disse o presidente da Cooperativa CECAFEB.

Octa. Soares

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CECAQ 11: Os Desafios para a constituição de uma Cooperativa de exportação de cacau de qualidade autónoma e viável em S. Tomé e Príncipe

Os objetivos do Programa de Apoio Participativo à Agricultura Familiar e à Pesca Artesanal, (PAPAFPA) consistem no aumento dos rendimentos e na melhoria das condições de vida do grupo alvo, que se encontra no limiar da pobreza, nomeadamente os Pequenos Agricultores e Criadores, Pescadores Artesanais e as Palaiês, mulheres que vivem do comércio da pesca artesanal.

No contexto do cumprimento desse grande objetivo, foram definidas no seio do PAPAFPA três componentes (i) Actividades económicas; ii) Fundo de Infraestruturas comunitárias e iii) Gestão do Programa). É na Componente (i), Actividades económicas, que estão inseridas 6 fileiras (4 ligadas ao desenvolvimento de culturas de exportação, 1 de produção alimentar e 1 de pesca).

A Fileira Cacau de qualidade inserida na componente 1, foi instalada em 2008 com o objectivo de apoiar os agricultores das comunidades da ex-empresa de Água Izé na constituição de uma cooperativa de exportação, autónoma, viável e no aumento da produção e da produtividade das áreas cacauzais.

É assim, que surge em 2009 a Cooperativa de Exportação de Cacau de Qualidade (CECAQ11) constituída inicialmente por 11 associações, e hoje com 17.

Durante esses anos com o apoio do PAPAFPA, foram investidos meios técnicos e financeiros tanto em infra-estruturas tecnológicas, nos transportes na formação e como nos diversos aspetos técnicos relativos ao desenvolvimento da cooperativa e das plantações.

A cooperativa iniciou com 325 agricultores tendo aumentado em 2010 para 400, e neste momento conta com cerca de 800 pequenos produtores.

 

Embora tenha sido constituída em 2009, a CECAQ 11 já obteve resultados encorajadores, nomeadamente:

 

- Uma estruturação sólida da cooperativa, baseada na constituição de 17 associações de produtores das antigas dependências das empresas de Água Izé e de Uba Budo, com um total de aproximadamente 800 beneficiários.

- Infraestruturas de transformação e de armazenagem, preformantes;

- Exportação de 75 toneladas de cacau de qualidade em 2011 (com previsão para 120 toneladas em 2012) através de um acordo comercial com uma Empresa inglesa, Café Direct; e com a empresa alemã GEPPA, (comércio justo)

-Certificação para mercado justo a partir de Junho de 2010

Adalberto Luís responsável da fileira de cacau de qualidade afirmou que embora a CECAQ 11 já tivesse ganho uma certa credibilidade no mercado internacional de cacau de qualidade, levando para o exterior toneladas de cacau produzidas pelos produtores das 17 comunidades da zona sul de S. Tomé, sobretudo do distrito de Cantagalo, confronta ainda com grandes desafios pela frente, restando muito ainda a fazer

Adalberto Luís sublinhou que os desafios estão consubstanciados por um lado, na necessidade do aumento do nível dos rendimentos das plantações (aumento da produção e da produtividade) e por outro na gestão coerente da qualidade do produto a ser exportado  e a obtenção da certificação biológica.

O aumento da produção de cacau em cada uma das associações, constitui a base essencial para que a CECAQ11 possa ser rentável e completamente autónoma, e atingir finalmente os objetivos para os quais foi constituída e que consistem no aumento dos rendimentos e de melhoria das condições de vida dos seus respetivos integrantes.

F:J.Tropical  

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Atribuição de canoas e motores aos pescadores da zona sul de S. Tomé

No âmbito do Programa de Apoio Participativo à Agricultura Familiar e Pesca Artesanal (PAPAFPA) com o financiamento do FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) e do governo Santomense, foram atribuídos na última semana particularmente na zona sul de S. Tomé, 10 canoas Prao e 10 motores aos pescadores de Angolares e Iô Grande.

A cerimónia de entrega contou com a presença de representantes do Ministro do Plano e Desenvolvimento, responsável do PAPAFPA, Director Regional do FIDA e individualidades convidadas.

A entrega destas emborcações vai permitir aos pescadores daquela localidade, exercerem as suas actividades piscatórias com maior segurança permitindo assim o aumento de captura de peixe. Anteriormente, esses pescadores corriam certo risco, devido pequenez da canoa tradicional, construída de tronco escavado e propulsionada com remo e vela.

Albertino Pires dos Santos Responsável Fileira Pesca/PAPAFPA disse, o PAPAFPA, no quadro das suas actividades em colaboração com a MARAPA e a Direcção das Pescas, tem envidado esforços no sentido de apoiar os pescadores com maiores dificuldades nas zonas mais isoladas do país.

Segundo Albertino Pires, a entrega das canoas foi feita através de crédito subvencionado. Foram assinados contratos com os pescadores beneficiários.

O Valor do Contrato é de Dbs 33.718.680 (trinta e três milhões setecentas e dezoito mil seiscentas e oitenta Dobras).

O objeto do Contrato é a venda à crédito, pelo PAPAFPA, ao Pescador Beneficiário, de uma Embarcação tipo ‘’Prao’’ e um motor fora de borda, Yamaha, 6 CV, 4 tempos.

O pagamento é feito em prestações mensais de Dbs 2.408.500, com início 2 meses após a assinatura do Contrato e, durante 14 meses consecutivos.

“Com objetivo de perenizar as atividades que estão a ser desenvolvidas pelo programa, formações estão sendo efetuadas ao nível de gestão de oficinas e construção das canoas Praos, neste sentido foram formados 9 jovens carpinteiros, de diferentes comunidades piscatórias de S. Tomé e do Príncipe, para que no futuro estejam preparados para dar a continuidade a construção das canoas Prao em S.T.P.” disse Albertino Pires.

Albertino Pires disse ainda, estão sendo construídas oficinas para construção e reparação de canoas Prao em Angolares, Neves e no Príncipe.

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PAPAFPA em parceria com FIDA soma e segue em São Tomé e Príncipe com agricultura e Pesca  

O Programa de Apoio Participativo à Agricultura Familiar e Pesca Artesanal (PAPAFPA) é financiado pelo FIDA (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) e tem como o público-alvo, os pequenos agricultores e criadores de animais, pescadores e as mulheres que vivem do comércio da pesca artesanal.

Segundo a Directora, a Engenheira Carminda Viegas, o Programa tem como objetivo, a melhoria das condições de vida do grupo alvo que se encontra no limiar da pobreza, estando a sua componente principal basicamente centrada em fileiras de produção de qualidade e biológicas, nomeadamente, de cacau, de pimenta, e de café.

O Governo Santomense e o FIDA assinaram o acordo de crédito para implementação do PAPAFPA, em 26 Abril 2001 que tornou efetivo dois anos mais tarde em 25 de Fevereiro de 2003.

Em termos agrícolas o Programa aposta na produção e desenvolvimento de Cacau biológico e de qualidade, de Cacau Convencional e de qualidade, de Café biológico e de qualidade, de Pimenta biológica e de qualidade, e na Diversificação de Culturas Alimentares. No domínio de pesca artesanal, visa apoiar os pescadores no aumento das capturas a às mulheres palaiês na conservação e comercialização do peixe fresco no âmbito da fileira Peixe Fresco sob Gelo. Faz parte ainda do Programa, o Fundo de infraestruturas comunitárias que oferece serviços de construção e de reabilitação de infraestruturas económicas e sociais nas comunidades rurais.

Finalmente o Apoio à FENAPA e à Alfabetização, a Gestão do Programa e o Seguimento e Avaliação constituem sub componentes importantes do Programa. 

O PAPAFPA conta também com o apoio da Agencia Francesa de Desenvolvimento, com a presença de um Assessor que apoia a Direcção do Programa assim como um apoio financeiro na estruturação da fileira Café Biológico

O PAPAFPA, apoiou a criação e o reforço de 4 cooperativas de exportação de produtos agrícolas a saber:

A Cooperativa de exportação de cacau biológico (CECAB STP), criada em 2005 ;

A Cooperativa de exportação de cacau de qualidade (CECAQ 11), criada em 2008 ;

A Cooperativa de exportação de Pimenta e especiarias (CEPIBA), criada em 2008;

A Cooperativa de exportação de Café biológico (CECAFEB), criada em 2010.

O objectivo da criação dessas cooperativas, é apoiar os produtores dos diferentes produtos e colocar no mercado internacional, produtos de qualidade, à preços atrativos com certificação de comércio justo e de Agricultura biológica,” afirmou a Engenheira Carminda Viegas.

Por outro lado, a estratégia do PAPAFPA consiste em sair de uma lógica de assistência ao mundo rural, estruturando e profissionalizando as organizações agrícolas perenes tendo um acesso directo aos mercados de alto valor, como os da agricultura biológica e do mercado justo.

Para atingir esse objetivo, o Programa apostou energicamente em apoiar na identificação dos compradores de produto de qualidade e estabelecer contacto entre cooperativas e os mesmos, enfatizou a responsável de PAPAFPA.

Nesta intervenção o PAPAFPA baseia nos seguintes princípios:

 - No estabelecimento de Parceria Público-Privada que repousa numa relação triangular entre a Cooperativa, os compradores do produto e o PAPAFPA.

 - Na profissionalização dos agricultores como atores de desenvolvimento económicos intervindo na fileira através da introdução de novas práticas agrícolas, estruturação das organizações profissionais agrícolas em métodos de gestão das cooperativas.

 - Na criação e reforço de Cooperativas financeiramente autónomas que geram e redistribuem lucros aos agricultores associados.

Os Principais resultados obtidos são os seguintes :

I.      A CECAB no final de 2011 deixou de depender do PAPAFPA, passando a ser uma entidade administrativa e financeiramente autónoma,

Nos finais de 2011 a CECAB exportou 418 toneladas de cacau biológico numa parceria com mais de 1800 pequenos agricultores certificados e organizados numa cooperativa que atinge hoje 20% da população rural do país.

 A CECAB foi fundada na base de um acordo de parceria entre a empresa francesa ‘’KAOKA’’ que tem acompanhado e apoiado tecnicamente e financeiramente a estruturação desta Cooperativa desde 2002.

O desenvolvimento de cacau biológico no quadro da CECAB, representa uma proporção significativa do cacau santomense que decerto aumentará, considerando a extensão da operação nas novas comunidades e os investimentos que estão sendo feitos no âmbito da renovação de parcelas.

O preço pago ao produtor é de aproximadamente STD. 44.000; equivalente a 1,80 euros por quilo de cacau seco, ou seja aproximadamente duas vezes o preço pago pelos compradores tradicionais

 No global, a fileira de cacau biológico representa hoje quase 40% do valor gerado ao nível nacional pelo cacau no seu conjunto. Esta proporção será maior no futuro tendo em conta as extensões em curso e os programas de renovação.

II.    A CECAQ 11 (Cooperativa de exportação de cacau de qualidade), embora tenha sido criada em 2008, já obteve resultados satisfatórios, a saber:  

Com   uma estrutura sólida da Cooperativa, constituída por 17 associações de produtores das antigas dependências das Roças de Agua Izé e de Uba Budo, com um total de 700 beneficiários.

Contando com infraestruturas de transformação e armazenagem de cacau, a CECAQ 11procedeu em 2011:

 - A exportação de 75 toneladas de cacau de qualidade através de um acordo comercial com a Empresa Inglesa Café Direct.

 - O estabelecimento de um novo acordo comercial com a empresa alemã GEPPA na base de 5 contentores de cacau exportado por ano numa visão de comércio justo.

 - Garantia de um preço pago ao produtor de 40 000 Dobras por kg de cacau seco, ou seja aproximadamente 2 vezes o preço pago para o cacau convencional pelos compradores tradicionais.

III. A CEPIBA (Cooperativa de exportação de pimenta e baunilha), que intervém num mercado dinâmico ao nível nacional (com a existência de um mercado local que freia o mercado de exportação) é caracterizada por uma estruturação baseada no agrupamento de 300 produtores de pimenta biológica,

Que tem uma parceria comercial e assistência técnica com a empresa francesa Hom&Ter, que já renegociou um preço de exportação em 2011orçado em 6,40 Euros/kg de pimenta branca.

As Instalações do tratamento de pimenta em Potó, perspectiva uma exportação de 30 toneladas de pimenta em 2014, graças às superfícies plantadas com o apoio do PAPAFPA.

IV.     A CECAFEB (Cooperativa de exportação de café biológico) foi criada em 2010 no quadro do acordo de parceria entre o Governo Santomense, o FIDA, a AFD e a Sociedade Malongo. A referida cooperativa tem o objectivo de relançar uma cafeicultura de alta qualidade na zona de Monte Café. Os principais resultados já obtidos são:

A estruturação de 6 associações de pequenos produtores de café agrupados numa Cooperativa de exportação; uma primeira exportação de uma amostra de 86kg de café em 2010, foi considerada “de alta qualidade” pelo comprador seguida de uma produção de 5 Toneladas em 2011e de aproximadamente 6 Toneladas no primeiro semestre de 2012.

Foi construído um centro de tratamento húmido de café na comunidade de Bem Posta que tem merecido uma atenção dos diversos visitantes no local e ao mesmo tempo incentivado a pratica de agricultura.

V.       Para a fileira da Pesca estão sendo introduzidas novas técnicas junto aos pescadores artesanais com vista a modernizar o sector no quadro da melhoria das capturas em quantidade e qualidade, nomeadamente a aquisição e distribuição das embarcações tipo “PRAO” com motores fora de bordo assim como a instalação para breve dos Dispositivos de Concentração de Peixe (DCP), construção de ateliers nas comunidades piscatórias, entre outras inicitivas a favor dos pecadores de São Tomé e Príncipe.

VI.     O Fundo de Infra-estruturas comunitárias (FIC), tem vindo a realizar diversas obras de construção e reabilitação de infraestruturas económicas e sociais tanto individual como colectiva, desde sistema de irrigação, abastecimento de água às comunidades, reabilitação de pista, etc., no terreno com um impacto significativo nas condições de vida das famílias beneficiárias deste Programa.

VII.   O PAPAFPA apoia igualmente a ONG FENAPA (Federação nacional de pequenos agricultores), nos esforços que vem desenvolvendo no quadro da reestruturação e consolidação das suas associações, Uniões e Federações regionais.

JT:O.Soares

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