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AS ONDAS DO MAR
GIGANTES RESULTAM
ESTRAGOS
INCALCULÁVEIS
04-09-2008
- “Urge das
autoridades
governamentais
tomarem decisões com
maior urgência
possível”.
As ondas do mar
atingiram a uma
velocidade de três a
quatros metros de
altura.
Quando foram 13:30
minutos na
quarta-feira dia 3
de Setembro em São
Tomé, registou um
abalo de ondas
gigantes vendo sobre
as baías de São
Tomé, a costa mar,
toda zona foram
atingidas pelas
ondas mar, ao lado
da Embaixada de
Portugal em São Tomé
e Príncipe, junto ao
Ministério de
Negócio
Estrangeiros, ao
lado do Hotel
Miramar, perto da
nova construção da
Embaixada de Angola
na cidade de São
Tomé mais
concretamente na
Avenida Marginal 12 de Julho.
As ondas do mar
invadiram o caminho
deixando lixos e
águas do mar a uma
velocidade
estrondosa.
Caso
nunca visto, nestas
alturas de gravana,
em contacto com o
técnico de
meteorologia, este
confidenciou-nos de
que este fenómeno é
normal nestas
alturas, e que
considera este que
os serviços de
Capitania Marítima
não têm aparelhos de
medição para medir a
velocidade das ondas
do mar, apenas os
serviços de
Metrologia tem feito
um grande esforço na
conclusão e previsão
de tempo.
Enquanto na zona de
Pantufu, muitos
pescadores
arrastaram as suas
canoas para fugir
das ondas.
Na praia Melão
também foram
invadido pelas ondas
gigantes, e os
pescadores
bloquearam as
estradas retirando a
sua canoa até
a bomba de
combustível ali
existente, para
fugir das ondas.
Segundo
o pescador, senhor
Arlindo Dias dos
Santos, disse que
quando foi as 16
horas do mesmo dia
ouve a corte de céu,
e a canoa foi
quebrada devido as
ondas do mar
gigante, arrastando
consigo areias em
grande proporção.
As
populações
aproveitaram esta
oportunidade para
promoverem o seu
negócios de areias
que a onda do mar
gigante levaram para
a estradas, este
carregamento
espontâneo tem
vindo acontecer ao
largo da futura
construção de
Embaixada de Angola
em São Tomé
Príncipe.

Enquanto que a casa
do senhor Ricardo
dias António e do
senhor Claudino
António também foi
atingida. Este facto
tem acontecido ano a
ano, teria dito.
Por: Aquiles Pequeno
ACCIONISTAS DA STP AIRWAYS REÚNEM-SE A 16 DE JULHO
10-07-2008
- A STP Airways, nova companhia aérea de São Tomé e Príncipe liderada pela
portuguesa EuroAtlantic, terá a 16 de Julho a primeira reunião de
accionistas, numa altura em que é desejada a entrada da angolana TAAG no
projecto.
"Pessoalmente estou muito empenhado em incluir a TAAG neste projecto, num
futuro breve. Tenho conversado com os responsáveis políticos de São Tomé e
com os nossos parceiros em Angola", afirma em nota hoje divulgada o
presidente da EuroAtlantic Airways, Tomaz Metello.
"A companhia aérea de bandeira de uma potência regional africana é nuclear
para o desenvolvimento das relações entre países e economias da região",
adianta.
Na agenda da reunião de 16 de Julho destaca-se a nomeação dos novos corpos
sociais da transportadora são-tomense.
A TAAG ganhou em Julho de 2007 a privatização da STP Airways em parceria com
a Euroatlantic, mas as posteriores negociações bilaterais sobre o modelo de
gestão foram sucessivamente adiadas ou inconclusivas.
A transportadora aérea angolana acabou por ser substituída pelo Banco
Equador (14 porcento) e os angolanos da Golfo Internacional Air Service (14
porcento).
A Euroatlantic detém 37 por cento da empresa e é responsável pela gestão,
enquanto o Estado são-tomense tem uma participação de 35 por cento.
Para Setembro, está previsto o arranque da primeira ligação internacional da
STP Airways, a Lisboa.
A STP Airways pretende que a rota inclua também Luanda, com um avião de
perto de 190 lugares, o que aumentaria significativamente a sua
rentabilidade.
"Além da já anunciada ligação internacional a Lisboa, outra prioridade
prende-se com a ligação interna à ilha do Príncipe, e seguidamente as
prospecções de negócios nos mercados regionais da zona costeira adjacente, o
Golfo da Guiné", afirma Tomaz Metello.
"São Tomé e Príncipe e a sua população, os sectores da economia e turismo e
de exportação, bem como a sua balança de pagamentos, todos vão colher os
benefícios de mais e melhores ligações ao exterior", adianta o mesmo
responsável.
A STP Airways tem um capital social de dois milhões de dólares.
Em curso estão negociações para aquisição de um outro aparelho para efectuar
ligações regionais e entre as ilhas de São Tomé e do Príncipe.
A STP Airways substituiu no final de 2006 a Air São Tomé, que foi extinta
depois de em meados do ano passado ter perdido num acidente aéreo o único
aparelho de que dispunha.
O grupo Pestana é um dos maiores grupos privados em São Tomé e Príncipe,
onde tem investimentos de 35 milhões de euros, incluindo a construção do
primeiro hotel de cinco estrelas do país.
Aquiles Pequeno
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