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Nilo Guimarães
recandidatura as
presidenciais
acredita em
Santomenses
19--4-2011 -
Nós podemos vencer o
subdesenvolvimento
do nosso País
O audível Presidente
Organizar e
projectar com a
destreza na política
económica e
financeira,
sustentável para
desenvolver a
qualidade de vida do
Povo de São Tomé e
Príncipe.
Eu, Nilo de
Oliveira Guimarães,
divorciado de 56
anos de idade
nascido aos 30.09.54
na freguesia de
Conceição – São -
Tomé portador do
bilhete de
identidade nº. 21387
e vitalício, emitido
pelos serviços civil
e criminal do
Ministério da
Justiça de São Tomé,
filho de Arnaldo
Monteiro Castro da
Costa Alegre e de
Deolinda de Oliveira
Guimarães.
Empresário
Candidatei-me em
2006 e o resultado
foi o terceiro lugar
na altura.
Apresento-me nesta (re)
candidatura no
sentido de
manifestar o meu
desagrado pela forma
em que o País tem
sido conduzido pelo
Presidente reeleito
em 2006 (ele é
árbitro)
Até hoje
continuamos a não
ter emprego, água
potável, energia,
transportes
públicos, assim como
os serviços de
cuidados de saúde
estão abaixo do
normal, bem como
vias de comunicação,
estradas,
habitações, etc.
Em 2006 quando
apresentei o meu
manifesto, e se eu
fosse eleito, faria
com que o estado
pagasse o salário
mínimo de 250
dólares Americanos
pôr mês; houve muita
gente que ficou
céptica à ideia, mas
a realidade é que
existem empresários
no País a pagarem o
salário mínimo aos
seus trabalhadores
de 20,00 a 45,00
euros por mês, o que
é manifestamente
ridículo.
O custo de vida dos
Santomenses está num
caos, a discrepância
é tão autêntica que
leva o actual
governo a tomar
medidas
economicistas, mas
esquecendo da parte
essencial que é o
reajusto dos
salários.
Face ao exposto, e
pelo facto que tenho
visto pela
comunicação social a
nível de programas
do Príncipe do Nada
que existem filhos
dos Santomenses a
irem às aulas sem se
alimentarem, não
posso pactuar-me com
esta nata política.
Digo-vos irmãos de
carne e osso, que
enquanto houver em
São Tomé e Príncipe
famílias a passar
fome e a viver na
extrema pobreza não
me calarei.
Os padrões aos
quais o candidato
aspira
-A ética,
como princípio
básico
-A
integridade
-A
responsabilidade
-O respeito
às leis e os
regulamentos
-O respeito
pelos os direitos e
a democracia
-O amor ao
trabalho e os demais
aos cidadãos
-O esforço
pela poupança e pelo
investimento
-O desejo de
superação
-A
pontualidade
-A justiça
-A saúde
-A educação
A Introdução
Antes da
Independência, o
desenvolvimento
económico de São
Tomé e Príncipe
assentava, em grande
medida, no sector
agrícola, em
particular na
produção do cacau,
café e outros, nessa
altura à maior força
de trabalho (a mão
de obra) estava
concentrada no
campo.
Hoje com a
Independência
estamos na
implementação do
sistema democrático
e pluripartidário
dos direitos e das
liberdades
fundamentais dos
cidadãos e dos
princípios da
economia de mercado.
Para fazermos valer
este mecanismo, o
Estado tem que criar
uma base sólida para
financiar o sistema,
a fim de evitar esta
ruptura permanente e
do abandono radical
da Agricultura.
Digo isto, porque
as pessoas, os
agricultores ou
empresários estão
descapitalizados, e
para arrancarem com
uma produção
sustentável é
necessário a
intervenção do
estado.
É preciso esgrimir
esta incapacidade,
ou mesmo a inércia
dos Governantes do
nosso País (que eu
considero delito)
“crime”
Temos que lutar
pelo os nossos
direitos consagrados
na Constituição da
República...
Os órgãos de
soberania são,
Presidente da
Republica,
Assembleia Nacional,
Governo e Tribunais,
que são todos
responsáveis pelo
erário público, além
de que todos têm
direitos, deveres e
obrigações.
A economia é movida
por quatro vectores
(ponto de
aplicações)
Consumo interno,
despesas públicas,
sector produtivo e
investimentos nas
empresas quer
Públicas e Privadas
e a Exportação.
Temos que
equacionar 4 eixos
de exploração
agrícolas, Zona
Norte, Zona Centro,
Zona Sul e a Zona do
Príncipe.
Acção da minha
recandidatura às
eleições
Presidenciais de
2011
Já lá vão quase 5
Anos que apresentei
ao Povo da República
Democrática de São
Tomé e Príncipe e ao
Mundo, a minha
candidatura às
eleições de 2006, e
através dos
resultados
escrutinados fiquei
no terceiro lugar.
1º Posto isto, estou
a caminhar para as
1802 dias e noites,
que tenho
sobrevivido com
tristeza no meu
coração e a
desilusão, visto que
o vencedor daquelas
eleições (o reeleito
Presidente) Senhor
Fradique de Menezes
prometeu melhorar as
condições
sócio-económicas da
vida dos
Santomenses, que na
prática não produziu
qualquer efeito
(antes pelo
contrário, só
destabiliza).
“mique” nem chique
nem coisa nenhuma.
Do dia-a-dia e após
anos a vida precária
e a deterioração dos
indicadores
macroeconómicos
fazem com que não
existem emprego,
energia, água
potável
(canalizada), saúde,
habitação, justiça,
rendimentos mínimos
para as famílias
mais vulneráveis
etc.
Temos que combater
sem medo nem
vergonha, estes
malfeitores da nossa
Sociedade; então
vejamos:
Passaram 35 Anos da
tomada da
Independência Total.
2º Que os
verdadeiros mentores
e autores do poder
político e da
Administração da
vida activa do nosso
País, estão
constantemente a
criar resultados tão
díspares, ou seja
resultados,
diferentes,
dissemelhantes,
desiguais, sempre
com os mesmos
objectivos servindo
à eles próprios, bem
como as suas elites
partidárias
(tornaram-se
neocolonialistas)
3º Até ao presente
momento não se
conseguiu obter
nenhum produto de
exportação
significativo que
pode sustentabilizar
e garantir as
receitas aos cofres
do estado, que nos
possibilitam o
desenvolvimento do
País.
O que me parece
muito estranho para
um estado sério e de
direitos é, esta
temática de que o
Governo Santomense
concentrou-se só a
dispor da economia
alfandegária, na
óptica de cobrar as
taxas que se impõe
do desalfandegamento
das mercadorias
importadas, para
resolverem as suas
correntes
financeiras, que
representam hoje a
arrecadação de 60 a
70 % das receitas
reais do OGE.
Já lá vão quase 20
anos que ouvimos
falar da existência
do petróleo nas
nossas águas
profundas tanto na
Comissão Conjunta
com a Nigéria, assim
como na nossa Zona
Exclusiva, etc.
O que se assiste nas
declarações públicas
de alguns
governantes e dos
protagonistas da
Empresa do Petróleo
Santomense são
trapalhadas, e pelo
o facto dos
fragmentos desses
contratos são
habilmente os
acessórios de
paliativos, isto
porque já aquando
da Presidência do
Senhor Miguel
Trovoada falou-se
das contrapartidas
da exploração de um
dos Blocos afecto à
Comissão Conjunta
que haveríamos de
receber da Nigéria
30 mil barris, por
dia, assim como 50
bolsas de estudos
para os estudantes
Santomense, mas na
prática não se viu
nada, depois disso
veio o seu sucessor
Presidente Senhor
Fradique de Menezes
dizer que não era
assim, e o que o seu
antecessor disse e
diz, que seria e
será diferente
porque ele não era a
maionese do Senhor
Miguel Trovoada, mas
o que é verídico é
que nada se fez até
agora para
justificar tantos
técnicos nacionais
que se encontram a
trabalhar na Agência
do Petróleo com bons
salários e um
Presidente do
Conselho de
Administração que
aufere um gordo
salário e benesses
de alto nível, em
deterioração da vida
das populações.
O actual Presidente
do País vem ao longo
do seu mandato, a
humilhar a vida dos
Santomenses, a ele
só lhe interessa a
alapar do poder,
falar coisas
inaceitáveis por
exemplo, a tentativa
de subornar os
votos dos deputados
da oposição a favor
da coligação MDFM/PCD
na Assembleia, assim
como tilintar a
opinião pública com
truques de uma
possível demissão .
Não foi este o Amor
à terra que os
Santomenses votaram,
foi sim para que
todos nós tivéssemos
uma qualidade de
vida aceitável
Temos que exigir um
estado responsável e
determinado para
resolver o nosso
tecido económico de
uma maneira decisiva
e competente.
4º É preciso
estancar os bens do
Estado que têm sido
mal alienados e que
estão a ser
dilapidados, devido
aos aproveitamentos
do poder político e
absentismo do
sistema, pelo que
estes Senhores se
acham serem donos da
retórica Santomense,
esqueceram-se dos
nossos filhos e dos
nossos netos etc.
5º Existem coisas
caricatas ou mesmo
até incompreensíveis
como a ENCO, a nossa
Empresa de
instrumentos legais
e criada de
segmentos da
nacionalização da
Shell para importar
combustíveis e seus
derivados, assim
como autorizada na
comercialização dos
mesmos, pode ter
sido vendido as suas
acções do seu
património à
Sonangol nas
seguintes
distribuições de 85%
para a Sonangol e
15% para a ENCO, não
vejo uma explicação
plausível, porque
nós precisamos de
Empresas Nacionais
de renome, para
caracterizarmos de
micro, Pequenas e
Médias Empresas, que
no fundo fomos nós
que as construímos.
Com o dinheiro que o
13º Governo
arrecadou pela venda
das acções, poderiam
ter comprado um
navio petroleiro
para fazer o
transporte de crude
e outros
investimentos na
empresa.
6º Se eu for eleito
Presidente da
República, terei que
criar uma estratégia
de cooperação pura e
arvorar medidas e
projectos junto do
executivo que nos
permitam equacionar
e alicerçar a uma
boa gestão do erário
público.
7º O 13º Governo da
República deu um
passo importante em
relação ao plafond
L/C que tem ancorado
a nossa moeda dobras
em relação a moeda
Euros, no ponto de
vista cambial, que
são imprescindível
apostarmos no
aumento da produção
de capital
importância no
produto de
exportação, a fim de
atingirmos a taxa do
crescimento do nosso
macroeconómico
desejáveis.
8º OGE - Temos que
banir do nosso seio
estes orçamentos
fictícios que têm
sido aprovados pelo
Parlamento de 150
milhões de dólares
Americanos ao Ano,
que representa 12
milhões e 500 mil
dólares por mês, que
são difuso, que não
dá para fazer
investimentos na
Agricultura, pescas,
na saúde, na
educação, na
habitação, etc.
Temos que apostar no
endividamento do
País quer a nível
externo e interno
para concretizarmos
de uma vez para
sempre da situação
energética com
eficiência, assim
como partir para a
exploração do
petróleo e
estruturar outros
caminhos inerentes
a produção
sustentável em
vários domínios da
vida Nacional.
Assim sendo,
estaremos em
condições de fazer
outros investimentos
noutros sectores,
criar uma economia -
familiar e
financiar os nossos
empresários,
praticando uma boa
remuneração salarial
ao nível nacional.
Se conseguirmos
resolver a questão
da exploração do
petróleo na nossa
Zona exclusiva e se
atingirmos uma
produção de pelo
menos 150 mil barris
por dia, ao preço
médio de 50 dólares
por barril,
estaremos a encaixar
uma receita
aproximada de 7.5
milhões dólares ao
dia, mesmo
equacionando os
compromissos da
exploração e
participação,
teríamos resultados,
porque existem
Países na nossa
região e nas demais
regiões que vivem
com esta produção.
Nós que somos cerca
de 180 mil
habitantes,
estaríamos mais
folgados.
Temos de partir para
a frente de
cooperação económica
com os Países de
crescimento
emergentes; a minha
opinião é que
deveríamos não
adjudicar poços de
petróleos a empresas
às quais
verificarmos que
sejam Tradings
9º O Governo deve
maximizar os
compromissos com os
Bancos Comerciais
existentes na nossa
praça, que os mesmos
devem fortalecer as
condições para
financiar o nosso
mercado no âmbito de
Créditos e de L/C
com as taxas de
juros e spread baixo
e com o tempo de
carência
significativo para
relançarmos os
sectores de
imobiliário,
industrial,
habitações, Créditos
documentários,
comerciais,
agricultura etc.
10º Os Tribunais são
do compromisso do
Governo criar
condições e dotações
orçamentais
adequadas para o
melhor funcionamento
dos Tribunais, assim
como criar condições
associadas a uma
perfeita qualidade
de vida para os
magistrados.
Também é preciso
verificar como estão
a ser tratados os
reclusos, bem como
verificar o tempo
das penas que lhe
são aplicadas, assim
como às condições
das cadeias,
condições
alimentares e do
tratamento médico e
medicamentosa.
11º É preciso
controlar a nossa
polícia Judiciária,
de forma a
consolidar um
trabalho limpo e
sério e de ética nas
investigações dos
casos de Polícia,
para não haver os
falatórios
desagradáveis para
os serviços bem como
para os agentes
judiciários.
12º No que refere à
Polícia de Ordem
Interna, é preciso
valorizar a mesma,
com bons salários,
boas condições de
trabalho,
apetrechamento de
equipamentos novos e
adequados a uma
Polícia moderna e
eficaz bem como
criar bairros de
polícia com casas
económicas para
valorizar as
condições
habitacionais e
credíveis.
13º O nosso Exército
e a Marinha são
chamados a uma
modernização total,
de equipamentos de
casernas, cozinha,
quartel, reabilitar
o bairro militar só
para os Militares.
14º A Educação vai
bem mas é preciso
exigir do Governo o
aumento de dotações
orçamentais à
educação, para
protagonizar às
escolas públicas e
privadas o
desenvolvimento
tecnológico, bem
como às
Universidades e
faculdades dos
cursos médios e
superiores.
15º É preciso
exortar os Senhores
Deputados da
Assembleia Nacional
para pôr em prática
as suas competências
da composição do
artigo 82º do ponto
2. da Constituição
da República. Passo
a citar que os
Senhores Deputados
representam todo o
Povo e não apenas os
círculos eleitorais
por que são eleitos.
Quero com isto
afirmar que a
Assembleia (o
Parlamento) deve
empertigar ao
Executivo (ao
Governo) que resolva
combater as questões
pertinentes da vida
das populações, quer
em termos de
energia, água
potável, habitação,
justiça, desemprego,
o saneamento básicos
dos sítios públicos
(limpeza das ruas e
das cidades ou dos
distritos) ou as
simetrias.
16º É preciso
valorizar os nossos
serviços de
Comunicação Social,
bem como exigir ao
Governo uma dotação
orçamental que
permita a modernizar
e equipar a Rádio e
a Televisão
Nacional, como
também ver a
situação dos
Jornalistas e dos
Técnicos afectos a
estes Órgãos.
17º Na esteira deste
pensamento é preciso
ajudar a natalidade
e as jovens mães a
terem melhores
condições para criar
os seus filhos,
assim como o Governo
deve criar creches
em vários locais do
País e reabilitar a
maternidade da roça
Rio de Ouro, bem
como renovar todas
as infra-estruturas
hospitalares que já
existiam nas roças
agrícolas, para
fortalecer os
cuidados de saúde
para todos. É
extensivo a Ilha do
Príncipe.
18º O ápice
dos meus pensamentos
é os sentimentos que
espelham a oratória
e decisões reais,
que corresponderão o
melhor funcionamento
do nosso País
19º Na Realidade ao
meu “partido”
pertencem os
pedreiros,
carpinteiros,
taxistas,
costureiras,
pescadores,
marinheiros,
comerciantes,
trabalhadores
agrícolas,
trabalhadores da
função pública,
enfermeiros,
médicos,
professores, jovens,
alfaiates,
cabeleireiros,
vendedoras do
mercado municipal,
vendedoras do
mercado informal,
reformados,
empresários, em
suma, o povo
santomense.
Vota no seu
Candidato Nilo
Guimarães
Que O Senhor Deus
abençoe o Povo de
São Tomé e Príncipe
Este é o meu
sentimento
Bem-Hajam

Folhas soltas:
Dossier Petroleum
ZEE
“Briefing: A
comunicação do
leilão feita pelo
então 13º Governo
foi um fiasco.
Considerando a
promiscuidade do que
são os sucessivos
Governantes e dos
Governos da nossa
República, que têm
criado à volta dos
dossier do petróleo:
-
O que é preciso
esclarecer sem
dúvida ao Povo
de São Tomé e
Príncipe são
esses acordos
prévios
estabelecidos
nos contratos de
partilha de
produção com a
ERHC desde 1997
e com EQUATOR
EXPLORATION e,
renegociados em
2001 e 2003
respectivamente.
Passo a citar: que
estas duas empresas
exercem o direito de
preferência e de
opções previamente
de adquirir dois
Blocos de petróleo
cada Uma, como se
segue na
distribuição
exercida pelo 13º o
Governo de então do
Senhor 1º Ministro
Rafael Branco, cito;
Erhc Bloco 4 Zona
(A) e Bloco 11 Zona
(B)
Equator Exploration
Bloco 5 Zona (A) e
Bloco 12 Zona (B)
Todos os blocos aqui
designados são
inerentes a nossa
ZEE (zona de
exploração
exclusiva)
Ainda passo a citar
um texto do
relatório da ERHC de
apresentação de
contas ou síntese do
Ano findo de 2009
datado de 15.12.09
(Publicação texto
Conference)
STP ZEE:” Texto
traduzido da língua
inglesa”
Estamos antecipando
também o progresso
em relação a São
Tomé e Príncipe Zona
Económica Exclusiva,
onde ERHC tem
interesses
substanciais.
ERHC tem o direito
de participar em
actividades de
exploração e
produção na ZEE.
Nossos direitos
incluem o direito a
receber100 por cento
de até dois blocos
de escolha da ERHC –
bónus de assinatura
grátis – e a opção
de adquirir até um
15 por cento pagos
juros de trabalho em
mais dois blocos de
escolha da ERHC.
ERHC frequentou a
sala de dados para o
ZEE e iniciou uma
estratégia para a
escolha de blocos
que sentimos são as
mais produtivas. É
evidente de sua
posição geográfica e
do agrupamento dos
RDSTP que alguns
blocos são mais
promissores que
outros, ERHC,
obviamente,
posicionar-se para
adquirir os blocos
de maior potencial.
2. Que utopia,
reportando a estes
acontecimentos
fraudulentos é
preciso que o Povo
exige ao PGR, Senhor
Procurador Geral da
República para
mandar utilizar o
mecanismo oficial
junto do Executivo (Governo-Estado)
para remeterem os
extractos dos
respectivos
contratos elaborados
entre os
progenitores acima
supracitados para os
Tribunais de STP,
para serem
reavaliados às
cláusulas e os
interesses
colaterais dos
mesmos, assim como
preconizar medidas
para acabar com
estes
proteccionismo.
Ao mesmo tempo
deve-se apurar que
quem financia a
Agência de Petróleo
(STP) e, quais os
recursos e os
montantes
empreendidos
(investidos) nos
estudos sísmicos,
etc.
Também é preciso
esclarecer
legalmente
(publicamente) quem
são os Santomense
que têm acções na
ERHC a contar do Ano
de 1997.
Nós em São Tomé e
Príncipe
necessitamos de um
Chefe do Estado e
Presidente que seja
estadista para
defender a Nação com
justiça e
imparcialidade, com
a máxima liberdade e
a máxima
responsabilidade.
O imperativo é se eu
for eleito
Presidente, não
serei um Presidente
da continuidade
durante o meu
mandato, assim como
não aceitarei um
executivo da
continuidade do
Governo.
É necessário sangue
novo para fazer
crescer o nosso País
a todos níveis, bem
como estabelecer
junto do parlamento
uma lei que
determina os prazos
dos exercícios dos
mandatos dos
Senhores Deputados,
temos que dar lugar
aos outros (por
exemplo uma lei que
estabeleça 3
mandatos
consecutivos) findo
este prazo, os
partidos políticos
devem apresentar
novos elementos para
o Povo eleger.
O parlamento tem o
dever designado na
constituição da
República, de
fiscalizar o Governo
com transparência e
exigir uma boa
governação e, não
aceitar esta
ingovernabilidade
que continuamente se
vem assistindo no
País.
A ressonância das
minhas palavras são
a tocha acesa para
relançar e
revitalizar a
economia em
diferentes áreas,
dando como o exemplo
a extensão rural.
É preciso estar
atento como é que o
Governo vai utilizar
os bónus dessa
licitação dos blocos
do petróleo.
Disse.
Nilo Guimarães
O Candidato 2011
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