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Casos da morte
materna em
S. Tomé
A
morte materna
constitui problema
para autoridade
sanitária, o Governo
santomense estuda
métodos apropriados
para atenuar o
caso.
Nos primeiros três
meses deste ano
foram registados no
Hospital Central Drº
Ayres de Menezes,
quatro casos da
morte materna, o
número bastante
elevada tendo em
conta, que durante o
ano transacto
orçamenta cinco
casos, sendo
hemorragia pós pacto
é uma das causas.
As autoridades
sanitárias do país,
pensa reforçar e
alertar a vigilância
com vista na
diminuição dos
casos.
As condições de
trabalhos no
Hospital Central é
extremamente
difícil, cerca de 19
enfermeiros e
parteiras trabalham
sem ventilação,
acolhem cerca de 12
pactos por dia.
Outra das causas da
gravidez materna, é
a gravidez tardia
das mulheres.
Há casos que algumas
mulheres alimentam
–se muito mal,
provavelmente têm
mais que oito a 10
filhos. Na
maternidade os
médicos convencem
evitar gravidez e
aplicarem o método
que concerne a
aplicação de
planeamento
familiar. Umas
séries de riscos,
mãe de 40 anos
grávidas, já
hipertensa acabam
por engravidar
depois do quinto a
sexto parto.
Octavio Soares
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