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PRESIDENTE DO
TRIBUNAL DE CONTAS
ACUSA RAFAEL BRANCO
DE ACTOS DE
CORRUPÇÃO
29-05-2009 -
O presidente do
Tribunal de Contas
são-tomense
(na foto)
acusou o
primeiro-ministro
Rafael Branco de
envolvimento em
actos de corrupção e
de tentativa de
“aniquilar” aquele
tribunal, que tem
por função
fiscalizar as contas
do Estado.
“Muitos bens do
Estado vão parar às
mãos de privados sem
qualquer controlo,
tal como tem
sucedido com os
terrenos e viaturas
do Estado”, disse
Francisco Fortunato
Pires, durante a
apresentação do
relatório do Tribuna
de Contas de 2008,
numa cerimonia
realizada
quinta-feira no
hotel Pestana São
Tomé.
Francisco Pires
acusa igualmente a
Assembleia Nacional
(Parlamento) de ser
“cúmplice” do
Governo, tendo dado
o primeiro passo com
“a aprovação do
decreto-lei” que
elimina o visto
prévio do Tribunal
de Contas na
alienação do
património estatal
ou adjudicação de
obras.
FACTOR
DA
MALTICULTURALIDADE
EM PORTUGAL
05-05-09 -
Com o aumento de
novos vocabulários
no dicionário da
língua portuguesa, a
ortografia enche-se
de novos conceitos.
E nos discursos,
imigração tornou-se
palavra de
conveniência para os
políticos, deixando
de significar o
sentido da sua
razão, passando a
ser, problema e
muitas vezes a
mais-valia quando
boa figura é
necessário fazer.
Não, talvez este
país que por muitas
razões passou a ser
também nosso,
precisa de se
consciencializar que
factor imigração
despertou-se com a
criação do mundo, e
que os Portugueses
se assim os posso
chamar foram e são
maiores imigrantes,
não fossem eles
conhecidos como
grandes
descobridores e
colonos.
Nisso tudo, como
fica a
multiculturalidade?
É simples,
multiculturalidade
surgi com excesso de
movimentos
migratórios e
expansão urbana. E
com isso a sociedade
sofre.
Sim, sofre quando os
não civilizados
estranham a
diversidade
cultural,
esquecendo-se que a
prática cultural no
sítio do outro é um
progresso social
indispensável como
Portugal mais do que
ninguém o pode
dizer. Assim é
necessário que
acabemos com altivez
de uns e de outros e
tomemos a
multiculturalidade
como descoberta e
consideremos a
imigração como acto
de circunstância
para o bem do
desenvolvimento de
Portugal!
Reflectindo um pouco
mais, talvez
possamos dizer que
os governos dos
nossos países de
origem são culpados
pelo aumento da
imigração em
Portugal, pois não
partilhando as
riquezas naturais
com o povo e gerindo
ambiciosamente
milhões de doações
em dólares sem
consideração pelos
pobres, então não
admire que cada vez
mais os que
conseguem tentem
fugir de sua mãe
África, procurando a
irmandade da
lusofonia prometida,
multiplicando assim
a imigração natural
gerando a
multiculturalidade
censurada!
Osvaldo Poeta |