Economia

São Tomé quer experiência de Cabo Verde para isentar carenciados de taxa moderadora

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12 Dezembro 2019 Praia-Deputados de São Tomé e Príncipe manifestaram hoje, na cidade da Praia, a vontade de aproveitar a experiência de Cabo Verde para legislar sobre as taxas moderadoras na saúde, por forma a isentar quem não pode pagar.

“Temos um problema que, com Cabo Verde, vamos tentar ver como vamos fazer, que são as taxas moderadoras nos hospitais e na saúde. Não temos uma legislação própria para isto, vamos tentar ver o que diz a legislação de Cabo Verde e tentar adaptá-la à nossa realidade”, manifestou o deputado Arlindo Ramos, um dos sete membros da Comissão para Assuntos das Finanças e Orçamento da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe, que se encontra de visita a Cabo Verde para contactos com várias entidades e instituições.

O deputado da Acção Democrática Independente (ADI, oposição em São Tomé e Príncipe) falava à imprensa à saída de um encontro com a Comissão Especializada de Educação, Cultura, Saúde, Juventude, Desporto e Questões Sociais do parlamento cabo-verdiano.

“Nós temos a taxa moderadora, mas é geral para todos. Cabo Verde transmitiu-nos uma experiência que nós não tínhamos. Vamos ver no âmbito do parlamento o que é que podemos legislar sobre as taxas moderadoras na saúde”, prosseguiu Arlindo Gomes, para quem a ideia adapta-se ao país.

“Há duas vertentes nas taxas moderadoras, as pessoas que podem pagar e as que não podem pagar. A ideia é implementar essa prática em São Tomé e Príncipe”, afirmou.

Cabo Verde aplica as taxas moderadoras desde 2007, tendo sido alteradas no actual Orçamento de Estado, para isentar as pessoas que não têm condições financeiras, sendo o objectivo, segundo o Governo, melhorar a sustentabilidade do sector.

Ainda a nível da saúde, o porta-voz do grupo de deputados lamentou a falta de especialistas e escassez de meios em São Tomé, indicando que isso é regularmente colmatada com especialistas portugueses, no âmbito de um projecto financiado pelo Instituto Marquês de Valle Flôr.

“Por isso, a única saída que nós temos é a evacuação sanitária para o exterior e é isto que temos feito”, indicou Arlindo Ramos, garantindo que os deputados vão exercer a sua influência junto do Governo para que São Tomé possa pedir ajuda a Cabo Verde, país que já tem especialistas em algumas áreas médicas.

Segundo o deputado do partido na oposição, São Tomé e Príncipe quer ainda ‘beber’ da experiência de Cabo Verde para elaborar uma lei da paridade, diploma que o parlamento cabo-verdiano aprovou no mês passado.

A missão, que acontece no âmbito de um acordo parlamentar entre os dois países, é liderada por Cristina Dias, presidente da Rede Parlamentares de São Tomé e Príncipe e vice-presidente da 2ª comissão (Assuntos Económicos, Financeiros, Transparência e Administração Pública).

Fazem parte ainda do grupo dois deputados do partido no poder Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe – Partido Social Democrata (MLSTP-PSD), outro da ADI, um da coligação PCD/MDFM/UDD e um técnico da 2.ª comissão parlamentar.

Os parlamentares são-tomenses já realizaram visitas ao presidente da Assembleia Nacional de Cabo Verde, Jorge Santos, ao Tribunal de Contas, vão assistir à sessão plenária nas galerias da Assembleia Nacional e terão mais encontros de trabalho com comissões especializadas.

O. Soares

Orçamento geral do Estado 2020 aprovado em São Tomé e Príncipe

O investimento vai permitir quebrar o crescimento da taxa de desemprego, no arquipélago.

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09 Dezembro 2019 O Orçamento geral do Estado e as Grandes Opções para o ano económico 2020, em São Tomé e Príncipe, foram aprovados na generalidade, com votos da maioria parlamentar, MLSTP-PSD MDFM-PCD-UDD, soube a Pana de fonte oficial.

A votação final na globalidade do projecto orçamental está agendada para 23 de Dezembro.

O maior partido da oposição, constituído por 22 deputados, absteve-se na votação dos dois documentos, tendo sido aprovados com 30 votos sendo 23 do MLST/PSD, cinco da coligação MDFM/PCD e UDD e do Movimento Independente de Cauê.

Avaliado em 159 milhões de dólares americanos, o orçamento geral do Estado tem uma previsão de crescimento na ordem dos quatro porcentos, com a entrada do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), em Março do próximo ano.

Do valor global, 52 por cento será financiado com a receita interna, pela primeira vez, segundo o primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus.

No capítulo do investimento público, o OGE 2020 prioriza o sector das Obras Públicas e Infra-estruturas, que vai absorver mais de 32 por cento da verba inscrita, enquanto a educação recebe 13 por cento, a saúde 12,3 por cento e a agricultura 10,1 por cento, totalizando 68 por cento da verba.

Jorge Bom Jesus defendeu no Parlamento durante a discussão e votação na generalidade do Orçamento Geral do Estado (OGE) e Grandes Opções do Plano, que o investimento vai permitir quebrar o crescimento da taxa de desemprego, no arquipélago. O Soares

Governo Faz balanço de um ano de Governação e considera-o de Positivo com prova da conquista em 12 meses da sua governabilidade

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04 Dezembro 2019 O XVII Governo Constitucional de São Tome e Príncipe, completou esta terça-feira, dia 3, um ano de governação. A cerimónia deste evento decorreu no Hotel Pestana com o discurso do Primeiro-ministro e Chefe do Governo, Jorge Bom Jesus.

O acto contou com a presença do membro do governo, representantes dos partidos políticos, directores de administração central do estado, o envolvimento da sociedade civil e diversas individualidades manifestando a sua opinião ao actual governo de certa forma que haja a melhoria das condições para o País. Certamente um centro das conversações esteve as grandes linhas mestre no que toca a vida económica e social do país.

O Primeiro-ministro e Chefe do Governo, Jorge Bom Jesus afirma “toda gente reconhece que há ganhos” lembrando na mudança do horário e outras questões da vida social, pois tendo afirmado que “o governo passou um ano a trabalhar afincadamente que não era fácil contornar a situação no que toca assinatura de acordo com o FMI, que era necessário fechar, que outras portas pudessem abrir”, citando a porta do financiamento da União Europeia, do financiamento do Banco Africano do Desenvolvimento e dentre outras.

Jorge Bom Jesus citou o programa da família vulnerável “que são cerca de 2.500 famílias com impacto directo do agregado familiar”. Chefe do Governo, falou sobre a melhoria de energia para São Tome e Príncipe, que em breve o País vai receber novos geradores. Conforme Jorge Bom Jesus, “esses procedimentos servem para ajudar a vida dos são-tomenses e criar emprego de fazer recuar a proeza”.

O  Chefe do Governo destacou as grandes prioridades a serem implementados para 2020, como os  projectos  de extensão da pista do aeroporto Internacional de STP, a reabilitação do Marginal , a estrada numero 1  e  dentre outros projecto já programados para associarem  com aos outros durante a suas governabilidade de forma  que o país conheça o desenvolvimento sustentável .

Ministro de Planeamento, Finanças e Economia Azul, Osvaldo Vaz,  falou sobre o exercício económico de 2019 que vai agora findar, que foi um ano difícil, a economia estava totalmente distorcida , os indicadores esteve altamente  comprometidos, “que as dividas eram avultadas e não estavam registadas um trabalho que estamos ainda a levar a cabo que ainda não terminou” , disse Osvaldo Vaz.

Segundo o Ministro das Finanças, “estivemos uma negociação muito dura com o FMI, que só conseguimos assinar o acordo em  Outubro de 2019”. Tendo constatado “sem o acordo com o FMI, São Tome e Príncipe terá dificuldades de obter apoios externos para os investimentos, sublinhado , “sem investimento não há crescimento”, disse Osvaldo Vaz.

O. Soares

 

Nações Unidas em parceria com o Ministério da Justiça e Administração Publica e Direitos Humanos organizam formação aos quadros nacionais

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03 Dezembro 2019 Iniciou na manhã desta segunda-feira, na Sala do Hotel Miramar de São Tome e Príncipe duas secção de formação de três dias consecutivos, a fim de fortalecer  as capacidades  dos actores envolvidos  ao processo de preparação dos relatórios iniciais sobre o Pacto Internacional sobre Direitos Civis (PIDCP) e o Politico Internacional Sobre o Direitos Económicos, Sociais e Culturais (PIDESC.

O Ateliê contou com alocução do Director do Centro das Nações Unidas para os Direitos Humanos e a Democracia na África Central, Doutor Ntakarutimana Pie, Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas em São Tome e Príncipe, Zahira Virani e declaração do Ministro de Defesa, Óscar Sousa em representação da Ministra da Justiça Administração Publica e Direitos Humanos.

Participam nesta formação quadros dos Ministérios da Justiça, Administração Pública e Direitos Humanos, Comissão Internacional de Direitos Humanos, Parlamentares, Policias Judiciais, Magistrados, Organização da Sociedade Civil, Midias, e outros departamentos ministeriais.

A abertura do seminário foi presidida pelo ministro de Defesa de São Tome e Príncipe, Óscar Sousa, em representação da Ministra da Justiça Administração Publica e Direitos Humanos.

São Tome e Príncipe ratificou em 2016 Pacto Internacional sobre Direitos Civis (PIDCP) e o Politico Internacional Sobre o Direitos Económicos, Sociais e Culturais (PIDESC) , contudo afigura-se como ultimo país da sub-região da África Central a ratificar esses  dois  instrumentos legais internacionais para a protecção dos direitos humanos.

Todos os tratados estabelecem que os Estados partes enviem seus relatórios iniciais dentro de um a dois anos após a entrada em vigor do tratado em questão.

Neste contesto, o relatório inicial ao PIDC deveria ser submetido pelo Estado são Tomense desde 5 de Dezembro de 2017, da mesma forma que o relatório inicial sobre o  PIDESC deverá  ser apresentado em 10 de Abril de 2019. A não submissão dos relatórios sobre esses dois pactos por São Tome e Príncipe durante os períodos referidos atesta a necessidade de acompanhar este país na elaboração dos referidos relatórios.

Com base no exposto em vista  de seu mandato para promover os direitos humanos e a democracia em África Central ( UNCEDD – AC) propõe organizar duas sessões de formação entre os dias 2 a 5 de Novembro a fim de estabelecer as capacidades  dos actores envolvidos  no processo de preparação dos relatórios para fortalecer a capacidade dos membros da Comissão internacional de Direitos Humanos .

O. Soares

Autarquia de Agua Grande assina parceria com empresa chinesa Top Internacional estimada em 116 mil Euros Mercado Coco Coco conhecerá melhores dias

 07 Novembro 2019 O Mercado Coco Coco vai reconhecer uma reabilitação mais aceitável, com garantia para albergar os visitantes e feirantes e igualmente as pessoas que circulam reconheceu o presidente da Câmara Distrital de Agua Grande, José Maria após o acto de assinatura do memorando com empresa Topi Internacional.Para José Maria da Fonseca da Câmara Distrital de Agua-Grande de S. Tome e Príncipe quem assinou recentemente um acordo de parceria com Top Internacional, empresa chinesa sediada na cidade de São Tome e Príncipe, disse “ As obras de reabilitação do mercado Coco Coco vão arrancar na próxima segunda-feira com a empresa Topi Internacional”. José Maria constatado de “emergência” devido o estado de degradação da feira que vai conhecer dias melhores, para fazer jus e albergar a população.O memorando aponta na execução de obras de reabilitação do Mercado Coco-Coco orçado em 116 mil Euros. O acordo foi rubricado esta semana, na Sala de Reunião da Câmara Distrital de Agua Grande, entre o presidente desta autarquia, José Maria da Fonseca e gerente da Top Internacional Hu Na Quing.O. Soares

Primeiro-ministro são-tomenses lança projecto de construção de casas sociais em Lobata e Canta-galo

26 Novembro 2019  O Governo lançou ontem no distrito de Lobata a primeira pedra para  a  construção das casas sociais nos distritos de Lobata e Cantagalo. O acto de lançamento das obras foi presidida pelo  Primeiro ministro e Chefe do Governo, Jorge Bom Jesus.

O lançamento do projecto das casas sociais vai permitir a construção de 60 apartamentos no País, sendo 24 em Lobata e 36 em Canta Galo correspondendo uma primeira fase dos 200 apartamentos acordados entre o Governo da China Popular e de São Tome e Príncipe.

A obra está avaliada em 4 milhões de dólares americanos, com  a duração de 12 meses, ao cargo da  empresa chinesas, ANHUI SIJIAN.

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Embaixador da República Popular da China Acreditado em São Tomé, Wang Wei”,disse “ o nosso objectivo, aponta o povo em  ter uma vida melhor que a população de STP está a crescer rapidamente” adiantando que  “existe uma enorme demanda por casas sociais”.

Segundo Wang Wei ”de forma satisfazer a demanda dos santomenses e melhorar as condições de habitações, a equipa  chinesa decidiu ajudar o governo de  São Tome e Príncipe à  implementar o projectos das casas sociais  no arquipélago.

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Wan Wei disse que  a empresa chinesas de administração e construção tem boa qualificação e ricas em experiencias, que acredita na empresa ANHUI SIJIAN.

Essas obras irão responder a dois dos grandes objectivos proposto pelo Governo “para esta legislatura de 4 anos”, afirma o ministro das Infra-estruturas , Recursos Naturais e Ambiente, Osvaldo Abreu, tendo designado a construção de habitação e novas urbanizações e a criação do emprego.

Este governante sublinha “As urbanizações que irão nascer a partir destas construções devem constituir o exemplo para as demais que hão-de vir em varias localidades na Ilha de São Tome e Príncipe”.

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Para o Chefe do Governo, Jorge Bom Jesus esta cerimónia, representa um marco concreto, fruto de solidariedade entre os dois países. Pois que representa um momento de esperança e consolidação de fortalecimento que já permanecem há décadas ”.

O. Soares

Governo cria mão de obra especializada em  S.Tome e Príncipe

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26 Novembro 2019 De facto estamos a responder  uma das maiores preocupações do governo neste momento, que é a criação efectiva de mão-de-obra, tanto especializada, quanto não qualificada defende Ministro das Infra-estrutura, Recursos Naturais e Ambiente Osvaldo Abreu durante a cerimónia de lançamento das casas sociais  ontem em Lobata.

Sobre esta situação  de falta de emprego “o Governo tudo fará para que os projectos que começam a ser materializados nos próximos tempos representam ganhos reais para cada cidadão que dele participa”, afirma Osvaldo Abreu.

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Segundo Osvaldo Abreu “falamos, pois do Centros Urbanos e não de prédios isolados, com sistema de drenagens saneamento ordenado e centralizado, centros de aprendizagens, zonas desportivas, zonas comerciais e de lazer, entre outros”.

O ministro caracterizou as casas sociais, alegando “cada edifício terá 3 pisos, incluindo rés- do- chão,   cada andar terá 4 apartamentos que fará um total de 12 apartamentos por prédio”.

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Este governante contou os prazos definidos conforme o contrato das 60 unidades de apartamentos distribuídos de seguinte formas: “ 2 edifícios em Lobata e 3 edifícios em Cantagalo na localidade de Mestre António Pois, Osvaldo Abreu sublinhou ainda “de facto estamos a responder a uma das maiores preocupações do governo neste momento, que é a criação efectiva de mão de obra tanto especializada, quanto não qualificada”.

Osvaldo Abreu agradeceu o representante da Embaixada de China por mais este gesto de solidariedade e de amizade plena e gesto de ajuda para o desenvolvimento consistente e sustentável contribuído assim para potenciar o País no cumprimento dos objectivos  do desenvolvimento sustentável 2030.

O. Soares

 

Portos em Águas Profundas justifica transformar São Tomé e Príncipe numa plataforma de serviços.

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20 Novembro 2019 O governo de S. Tome e Príncipe lançou esta terça-feira concurso público internacional para a construção de um porto em águas profundas em Fernão Dias, com visão de transformar São Tome e Príncipe numa plataforma de prestação de serviço.

O anúncio foi feito pelo Ministro das Obras Publicas e Recursos Naturais e Ambiente de S. Tome e Príncipe, Osvaldo Abreu em conferência de impressa na manhã de terça-feira.

O Ministro Osvaldo Abreu disse “ trata-se de uma operação feita pelo Ministério das Finanças representado pela (UTAP) Unidade Técnica de Apoio às Parcerias Públicas privadas, no âmbito da nova lei aprovada por São Tomé e Príncipe em 2018.

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Segundo Osvaldo Abreu as instituições envolvidas no projecto em cooperação com o Banco Africano de Desenvolvimento(BAD), envidaram esforços intensamente na reestruturação de proposta que anexa o termo de referência que identifica, contratar aos consócios das Empresas com as capacidades exigíveis para construir, e operar um porto multiusos em São Tomé e Príncipe.

A construção do Porto em Águas Profundas que será erguida na localidade de Fernão Dias, por ser um local de marco histórico-cultural, o ministro constatou que “os monumentos existentes no local, não serão mexidos” e tendo sublinhado “até que todo o processo seja devidamente concluído”.

O Engenheiro do Projecto do porto em águas profundas, António Aguiar reportou-se sobre o regulamento do projecto, as necessidades das empresas que tenham alguma intenção de concorrer no concurso público, tem a obrigação de manifestar os documentos de soluções conceituais de desenvolvimento e de operação, como proposta que vão ser analisadas e negociada no âmbito do contrato de cedência.

O ministério vai analisar as propostas de entrega, estudar o impacto ambiental, a mitigação, histórico, financiamento e modelo de operação para tomar a decisão.

O Engenheiro do projecto defende “ porto em águas profundas possuirá as particulares de acordo com as realidades do país, um investimento novo e único que servirá de referência para São Tomé e Príncipe”.

Para mais informações ler 1- Anúncio Concurso Pub Internc 1 UTAP 2019   e 2 – Termo de referencia

O. Soares

Quadros do Ministério das Finanças e Economia Azul reforçam conhecimentos sobre orçamentação sensível ao género.

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19 Novembro 2019 No âmbito do programa para a Consolidação da Governação Económica e Sistemas de Gestão das Finanças Publicas nos PALOP e Timor Leste, quadros do Ministério das Finanças e Economia Azul, de S. Tome e Príncipe participam no seminário de três dias sobre Orçamento Sensível ao género e marcadores de género.

O seminário decore na sala de reunião do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD. A Abertura do seminário foi presidida pela Dra. Ana Maria Silveira, Directora do Gabinete de Reforma de Gestão das Finanças Publica disse o Orçamento Sensível ao Género e Marcadores de Género insere-se das acções da segunda fase do programa Pro-PALOP-TL, com objectivo de “ assegurar a boa Governação Económica e uma maior transparência na gestão das Finanças Publicas”.

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Segundo este responsável, o seminário tem como o propósito “ o reforço de conhecimentos e sensibilização dos quadros da Administração Central do Estado” sobretudo do Ministério que detém a tutela das finanças, em matéria de orçamentação sensível ao género e marcadores de género no SAFE-e, assim como a “promoção de intercâmbio de conhecimentos especializados e incrementos do diálogo sobre as politicas relacionadas com o género”.

Ana Silveira disse o presente desiderato contribui, para o integração de matérias de género no processo orçamental, assegurando assim, o funcionamento e abrangência mais eficazes na abordagem do sistema de administração financeira do estado em S. Tome e Príncipe.

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“ Importa frisar que no nosso caso a aludida estratégia é nova, razão pela qual impera a necessidade de se envolver agentes da área orçamental”, afina Silveira, tendo referido “ que ainda carecem de capacitação para trabalhar nas questões ligadas á igualdade de género, no sentido de que as politicas orçamentais sejam desenhadas e dirigidas para atender as necessidades características de mulheres e homens”.

“ a abordagem orçamental que incorpora questões do género, constitui oportunidade impar  para o crescimento económico com impacto na redução da pobreza, visto que a incidência da pobreza afecta mais as mulheres que os homens, “ 71.3% contra 63.4%”, afirma.

Para Ana Silveira” estamos convencidos de que a intervenção de ProPALOP-TL, na área de orçamentação Sensível ao Género contribui para o desenvolvimento de orçamentos eficazes em matéria da inclusão do género adaptada no sistema financeiro de S. Tome e Príncipe.

Adérito Santana, Assistente da Representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD , agradeceu ao Ministério das Finanças e Economia Azul (MFPEA) , pela confiança depositada mais uma vez  no PNUD através  deste projecto Pro PALOP TL, “por nos concederem a oportunidade de poder colaborar para reforçar sua capacidade no que concerne orçamento orçamentação sensível ao género e marcadores de género.

“ género é um principio de universal do direito e um compromisso de dimensão global reconhecido nos principais instrumentos internacionais sobre direitos humanos, aplicáveis tanto Estados, a respeito dos seus cidadãos”, disse Adérito Santana.

 

“IVA” imposto melhor e mais positivo

18 Novembro 2019 A missão do FMI considera de positivo  a lei da IVA para S. Tome e Príncipe citando-se que as pessoas com mais necessidades não serão afectadas na medida que é mais equilibradas para toda gente “este imposto, não é um imposto totalmente novo, na medida em que irá substituir alguns outros que irão ser retirados”,  considerando por outro lado, de “características muito específicas”,  com uma taxa referenciadas, que as pessoas com mais necessidades não serão de fatos afectadas, afirma a responsável do FMI, a saída do encontro com o Ministro das Finanças de S. Tome e Príncipe, Osvaldo Vaz, que envolveu quadros do Banco Central de S. Tome e Príncipe e das finanças.

A reunião serviu para agir na avaliação do estado  para o desenvolvimento do país e apoiar o Governo na elaboração do OGE de 2020 de modo que possam alcançar as metas.

“Não se tratou de uma avaliação de problema propriamente dita” afirma XAMING LI,  responsável da missão do FMI,   adiantando  “no decorrer da semana, constatámos que ainda existem alguns desafios, pelo facto de ter havido o abrandamento da economia”.  Tendo afirmado que o número de turistas aumentou.

A missão do FMI reconheceu que o sector energético apresenta  desafios consideráveis que apenas nos primeiros 10 meses deste ano a EMAE conseguiu acumular 11 milhões de dólares de divida de combustível para com a ENCO.

A responsável da missão  afirma  que  a EMAE tem que melhorar a sua gestão,   mas porem adianta que   “não  só EMAE que cabe isto”, certamente cabe a todos os cidadãos, que tenham consciências para poupar a Luz. Por outro lado, “não ter a luz acesa quando não são de facto necessárias.

A missão do FMI aconselhando “que cada um pagando as suas contas, denunciando e chamando atenção daqueles que tiram energia ilegalmente porque este procedimento negativo faz aumentar a divida do país.

Outras características do IVA, segundo a Missão do FMI “um imposto melhor e mais positivo na medida em que há mais equilibrados para toda gente”. E por outro lado, considera “é extremamente positivos que vai permitir uma verificação cruzada de rendimento”.

O. Soares

 

Isabel dos Santos sensibiliza governo chinês para apoiar comércio de produtos africanos

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07 Novembro 2019

Xangai, 6 de novembro de 2019 – Isabel dos Santos disse hoje em Xangai que é bem-vindo o apoio e boa vontade por parte da China para ajudar a promover e dar acesso aos produtos Made in Africa no mercado chinês. A empresária participou como oradora na Feira Internacional de Importação da China.

“Precisamos do apoio das autoridades chinesas para convencer as grandes plataformas de comércio online da China, como Alibaba, Jindong e Tabao, a dar maior visibilidade aos produtos africanos. Podemos trabalhar em conjunto e, assim, criar um exemplo concreto da visão que a China tem de estabelecer um comércio mundial mais inclusivo, diversificado e equitativo”, disse a empresária, na qualidade de Chaiwoman da Sodiba, que apresentou nesta feira a primeira cerveja angolana a entrar no mercado chinês.

“É necessário que os produtos africanos sejam tratados de forma justa e equitativa, como qualquer produto do mundo, e que tenham acesso a mercados globais. As empresas africanas não têm os mesmos recursos financeiros que as multinacionais e não têm como pagar publicidade e patrocínios para obter a mesma visibilidade das grandes marcas internacionais. Se os negócios africanos conseguirem vender os seus produtos na China e no mundo, haverá mais oportunidades e criação de emprego para os jovens em África – esta é, aliás, uma das formas de alcançar um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Trabalho Digno e Crescimento Económico”.

Isabel dos Santos deixou também alguns conselhos aos governos africanos: “Temos de melhorar o nosso desempenho e eficácia como plataforma de exportação para a China, e para isso precisamos de melhorar a proximidade e a qualidade do diálogo entre as empresas do setor privado e as autoridades governamentais locais. É imperativo reduzir burocracias longas e atrasos nos processos de exportação nos portos de partida”. Acrescentou ainda que “o diálogo e a proximidade entre entidades públicas e privadas é fundamental de forma a capitalizar a janela aberta no mercado chinês para os produtos africanos”.

A Feira Internacional de Importação da China 2019 (China International Import Expo) foi aberta pelo Presidente Xi Jinpin, tendo como convidados o presidente francês Emmanuel Macron e os Primeiros-Ministros da Grécia, Sérvia e Jamaica. A Feira decorre de 5 a 10 de novembro, em Xangai, e tem por objetivo a abertura do mercado chinês ao mundo, a promoção do comércio internacional e a cooperação entre os países participantes. Espera-se que esta segunda edição receba mais de 500 mil pessoas.

Patrícia Miranda Correia

Consultor do Banco Mundial para o Projecto WACA instrui 15 profissionais são-tomenses

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18 Novembro 2019 ““É fundamental dispondo ferramentas de competências das actividades que vão fazendo para o seguimento e acompanhamento de realização das tarefas”, afirma consultor do Banco Mundial para o Projecto WACA António Lopes, referindo-se de todas as acções do projecto.

Cerca de 15 profissionais dos diferentes sectores como, o Ambiente, a Capitania dos Portos, as Pescas, os Observatórios, a Meteorologia, habitação Civil e comité locais participaram na formação, durante uma semana, disse António Lopes no enceramento do curso que decorreu na última semana na Biblioteca Nacional de S. Tome e Príncipe no âmbito do projecto WACA.

O Projecto WACA visa reforçar a resiliência das comunidades das Zonas Costeiras em São Tome e Príncipe. O compacto do projecto regional envolve cinco países na costa africana.

O projecto insere-se ainda na acção de capacitação, informação e sensibilização de reforço institucional, que segundo António Lopes, Consultor do Banco Mundial para o Projecto WACA lembrando”uma das componentes em gestão do projecto teve como a motorização e avaliação do próprio projecto”.

“ é fundamental dispondo ferramentas de competências das actividades que vão fazendo o seguimento e o acompanhamento de realização de todas as tarefas e todas as acções do projecto”, sublinha. O consultor afirma ainda que  “esses acompanhamentos não são uma tarefa só da unidade de gestão do projecto, mais de muitas outras entidades que são chamados actores do projecto”.

todas essas entidades  são atores do projectos que foram capacitados para o cumprimento de recolha de informação de dados de motorização e seguimento para apoio á gestão e avaliação do projecto”, afirma António Lopes.

Para este consultor todos os projectos do Banco Mundial, como o Banco Africano das entidades internacionais, exigem sobretudo os componentes de gestão de acompanhamento de recolha de dados de uma forma sistemática, para que se veja ao longo do desenvolvimento do projecto se “estivemos atrasados ou avançados”, sublinha. Pois, tendo adiantado que é uma ferramenta de gestão que procura a todos os actos desenvolvidos.

A formação foi planeada com algum tempo e foi de acordo com as regras internacionais e planeada para uma semana. De sete a oito horas de formação considerada  muito intensa.

Consultor do Banco Mundial para o Projecto WACA destacou o conteúdo de formação, tendo frisado, a componente teórica, os temas que foram abordados como os conceitos de monitorização e avaliação, e a planificação da monitorização. Os formandos aprenderam como planear a monitorização, os objectivos e as actividades específicas que cada um tem que fazer, seguidamente a forma de fluxo de informação: como é que está a sair informação de um determinado sector para outro. O. Soares