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ILMAI leva pela
primeira vez Union
Internationale des
Advocats a país
africano de língua
portuguesa
O
recém-criado ILMAI,
Instituto de
Mediação e
Arbitragem, organiza
com a Union
Internationale des
Advocats
(UIA) e a Ordem dos
Advogados de Angola,
congresso em Luanda
sobre condições
jurídicas para
investidores em
África/ Passo
importante para
fortificar a língua
portuguesa na
resolução de
conflitos para além
do inglês e do
francês/ ILMAI
apresenta-se a nível
internacional
Pela primeira vez a
UIA realizou um
congresso num país
de língua oficial
portuguesa. Luanda
recebeu a 6 e 7 de
Maio 220 advogados
de todo o mundo para
tematizar as
condições jurídicas
e institucionais
para investimentos
em África. O
seminário foi aberto
por Carlos Feijó,
Ministro de Estado e
Chefe da Casa Civil
da Presidência de
Angola.
Fernando
Tonim, representante
da UIA para os
países africanos de
língua portuguesa e
presidente do ILMAI,
valoriza a escolha
do local como um
«grande passo na
direcção certa que é
aumentar o valor da
língua portuguesa na
resolução de
conflitos a nível
internacional». Foi
precisamente por
este objectivo que
Fernando Tonim se
empenhou em levar a
UIA a Angola, país
para o qual o FMI
prevê um crescimento
de 6 por cento em
2011. Outro
objectivo era
sensibilizar os
juristas
internacionais para
a importância da
formação em mediação
e arbitragem. «É
fulcral para o
desenvolvimento em
África oferecer aos
investidores meios
alternativos para
prevenir e resolver
conflitos. Estes
meios dão-lhes
segurança e
contribuem para o
desenvolvimento mais
rápido e eficaz de
um negócio e da sua
manutenção e
expansão», explica
Fernando Tonim que
discursou sobre este
tema no congresso.
Também apresentou o
ILMAI, Instituto de
Mediação e
Arbitragem, a nível
internacional. Em
Lisboa já foi
apresentado em 15 de
Abril na Associação
Industrial
Portuguesa (AIP),
formalizando
parcerias com a AIP,
o Gabinete para a
Resolução
Alternativa de
Litígios (GRAL) do
Ministério da
Justiça de Portugal
e o Instituto
Superior de Ciências
Sociais e Políticas
(ISCSP).
O Presidente do
ILMAI apoiou a
organização do
seminário em Luanda
em parceria com a
UIA e a Ordem de
Advogados de Angola.
Acreditando no
grande potencial
económico dos PALOP,
o ILMAI visa dar
formação em mediação
e arbitragem a
advogados,
coaches,
recursos humanos,
gestores e outros
profissionais
através da sua rede.
Este sistema está a
ser criado a nível
da CPLP em parceria
com os centros de
formação já
existentes, com as
Câmaras de Comércio
e as Ordens dos
Advogados.
«O nosso património
comum é a língua
portuguesa, é uma
grande ferramenta na
justiça alternativa
que consegue
resolver conflitos
de forma mais
directa, rápida,
económica e
confidencial».
BUSS
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