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Aluguer de motorizadas
NEGÓCIO QUE VEM
AUMENTANDO NO PAÍS
31-01-2007
Muitos jovens têm feito o negócio de aluguer de motos para garantir a
sobrevivência.
Esta
prática tem crescido na capital são-tomense, dando origem, mesmo, até aos
pequenos proprietários que pensam em arrumar e legalizar a classe.
Está
a crescer na capital santomense a prática de negócio de aluguer de
motorizadas para diversos fins. Mais de duas dezenas de motos de várias
marcas com destaque para o Suzuki 100 podem ser encontrada ao lado da igreja
da Conceição, local onde pessoas de vários níveis sociais, dentre elas
turistas recorrem com objectivo de encontrar respostas para os seus
destinos. Sertezy Carvalho, é um dos proprietários dessas motorizadas que
vem se dedicando ao negócio há 3 anos.
Carvalho diz que
«tenho alugado motorizadas como forma de buscar rendimento para manter o meu
sustento dia após dia. Prefiro estar aqui ao invés de meter-me em desacatos
e eventuais malefícios». Um negócio que é feito cobrando 2.000 Dobras por
minuto ao cliente num serviço feito acompanhado do próprio “motoqueiro” na
condução da moto. Entretanto, em caso de alugar, no qual, o cliente assume
a condução, paga-se o valor equivalente a que se pratica pelo táxi “
amarelo” de acordo com a distância. Em média, estima-se que
diariamente uma moto aluguer rende entre 200 a 250 mil Dobras. Por isso,
Sertezy Carvalho, que falava em representação daquele grupo disse também que
uma das maiores preocupações dos motoqueiros, é organizar a classe com o
objectivo de dar respostas às várias dificuldades e preocupações que vêm
enfrentando. Dentre essas preocupações, segundo ainda este homem de moto
destaca-se, o processo que visa a legalização da classe, admitindo que
dentro de seis meses poder-se-á encontrar formas próprias e convincentes
para esta pratica seja legalizada pelas autoridades de São Tomé e Príncipe.
Sabe-se, no entanto que o espaço ocupado por estes homens de moto através
dum documento concedido por Fernanda Margato, ex-presidente da Câmara de
Água-Grande.
B.I da D. Geral da Comunicação |
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