|
PROBLEMÁTICA DOS RECURSOS FLORESTAIS EM
S. TOMÉ E PRÍNCIPE
13-04-2007
As florestas de S. Tomé e Príncipe têm convivido nesse momento com
sucessivas cortes
de
árvores e que têm provocado situações desastrosas para o país. O maior foco
de incidência tem ocorrido nos distritos de Me Zóchi , Cantagalo e Lobata.
Segundo o Director da da Direcção das Floresta, Valdimir Pires
Carvalho “nesse momento as florestas em S. Tomé e no Príncipe,
principalmente a floresta de sombra está constituída por plantações de
cacau e café e a floresta secundária está explorada por uma forma
extravagante. A lenha e o carvão para exploração dereravagancia
actividade económicas no país provoca isso que se assiste uma na
sub-exploração dos recursos. Essa prática tem sido mais na exploração da
madeira quanto ao recurso em madeira, porque nesses distritos sente-se uma
redução considerável no recurso de madeira em S. Tomé e Príncipe. Por razões
do enfraquecimento da escassez, já se faz sentir uma diminuição das madeiras
nos distritos que até bem pouco tempo eram menos explorados”.
Segundo o director, se a
situação continua neste ritmo, a tendência de exploração e sub exploração
dos recursos (sub exploração quer dizer uma exploração que não é racional),
a própria saúde produtiva das florestas, vai, portanto, para além da
produção natural dos espaços florestais. A equipa que conduzia uma moderação
progressiva e dinâmica do espaço que conduz a perda das espécies vegetais
tanto das espécies que exploram madeiras como também das espécies do grande
corte de madeira que comercializam, convivem numa duração ecológica com
espécies de maior corte do nível de madeira e é uma situação complicada no
caso de as florestas continuarem a ser tratadas assim. A perca das espécies
poderá contribuir para a perda dos níveis distritais, a perda das espécies,
tanto espécies que produzem madeiras como as outras espécies acompanhantes
das espécies que produzem boa madeira. O desaparecimento da independência
para uma diminuição drástica das espécies que se usam, as explorações
poderão provocar a perca doutras espécies, tanto espécies vegetais como
espécies animais, sobretudo as aves na alimentação com base dos frutos que
são das diferentes espécies das madeiras que são exploradas, disse o
director. “Nós podemos ter problemas também no âmbito ambiental no que
diz respeito a protecção agrícola, sabido que as árvores que constituem os
grandes portes contra o vento, contra as grandes correntes violentas de
águas, entre outros desaparecem. Aspectos negativo do regulador de clima,
tendo em conta que a floresta é o meio consumidor do dióxido de carbono.
Para evitar essa situação
deve-se apostar na capacidade institucional da administração florestal no
que diz respeito a gestão racional sustentável do recurso florestal. O que
diz respeito a componente da lei florestal pela implementação que se
encontra plasmada na proposta do plano de actividade do desenvolvimento
florestal, cada zona florestal deve ser equipada com meios e equipamentos
materiais, meios financeiros, meios humanos, meios técnicos e com número de
tendências e dados suficientes e equipados. No plano de todas as parte
sociais do pais, o comportamento das pessoas com relação a exploração e
conservação deve ter a consciência pela plantação de árvores, a mentalidade
das pessoas com relação ao recursos florestais, a madeira que é o recurso de
primeira ordem… A lei deve mudar as pessoas para reconhecer melhor a
importância desses recursos para o desenvolvimento do pais. Neste momento há
uma grande franja da população que vive a custa deste recurso.
Octávio Soares
|
 |
|