
JORNAL TROPICAL
6.ª REUNIÃO DE REVISÃO E DE PLANIFICAÇÃO DA SUB-REGIÃO DA AFRICA CENTRAL PARA LUTA CONTRA O PALUDISMO
05-0-2007 - Está previsto para os dias 8 a 11 de Outubro de 2007, a realização em S. Tomé e Príncipe da 6” Reunião de Revisão e de Planificação da Sub Região da Africa Central para a Luta Contra o Paludismo em que deverão tomar parte delegações dos diversos países da Região Africa.
S. Tomé Príncipe com uma superfície de 1001 Km2 situa/se no golfo da Guiné e a 250 milhas da costa africana e constituído por duas ilhas distantes uma da outra aproximadamente 150 km. As principais actividades económicas. Agricultura, pesca, turismo, serviços. Actualmente 53,8% da população total vive na pobreza e cerca de 15,1% na estrema pobreza. O paludismo constitui um real problema de saúde pública no mundo 300 a 50 milhões de casos notificados por ano
1,5 A 2,7 milhões de mortes por anos
Mais de 80% de casos provenientes de Africa.
750.000 Crianças menores de 5 anos morrem anualmente por paludismo;
As crianças e as mulheres grávidas são grupos alvos mais fortemente atingido.
O PALUDISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
A principal preocupação da saúde até 2006 era a luta contra o paludismo que constituía o principal causa de mortalidade e de morbilidade no país.
Desde os primórdios da independência que o país encetou a luta contra o paludismo. Na década de 80, S. Tomé e Príncipe realizou uma campanha de pulverização em DDT que inicialmente teve êxito mas, em 1985/86 fruto do afrouxamento de medidas enfrentou uma das mais das mais graves epidemias de paludismo da sua história.
A partir de 2004 relançou-se o combate com apoio de diversos parceiros tais como: ONGs, OMS, UNICEF, Fundo Global, BAD, Banco Mundial e a República da China Taiwan.
Medidas de combate como a pulverização intra domiciliar residual com insecticida, a manifestação do uso de mosquiteiros impregnados de insecticida alinhadas a sensibilização permanente da população para medidas de saneamento do meio, diagnóstico precoce e tratamento correcto dos casos, levaram a diminuição da morbilidade por paludismo no país, comparativamente aos anos anteriores.
PRAZO DE INSCRIÇÃO DA UNESC PARA ESTRANGEIROS TERMINA ESTE MÊS
O prazo de inscrição de estrangeiros para cursos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) na Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense) se estende até este mês de outubro. Interessados em realizar mestrado em Educação, mestrado ou doutorado em Ciências da Saúde, ou mesmo graduação, podem inscrever-se até o dia 15 de outubro. Para o mestrado em Ciências Ambientais, o prazo vai até 31 de outubro. A inscrição pode ser realizada no endereço http://www.unesc.net/reitoria/relinternacionais/.
Com seu campus na cidade de Criciúma, Estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil, a Unesc é uma universidade comunitária, voltada para o desenvolvimento tecnológico e científico, com ênfase na sustentabilidade para a qualidade de vida e a cidadania. Além de seus programas de pós-graduação, a instituição oferece 12 opções entre os 36 cursos de graduação que mantém, nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas (Administração e Economia), Tecnologias e Engenharias (Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Química, Arquitetura e Urbanismo e Ciência da Computação) e Ciências da Saúde (Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Farmácia e Psicologia).
Prazos para inscrição:
Graduação – 15 de outubro de 2007.
PPGCS (Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde) - 15 de outubro de 2007.
PPGE (Programa de Pós-graduação em Educação) 15 de outubro de 2007.
PPGCA (Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais) - 31 de outubro de 2007. Mais informações: Telefone/ Fax: 55 – 48 – 3431-2660 - relinternacionais2@unesc.net
Setor de
Comunicação Social
Jornalista Zeca Virtuoso - 3431-2547/9604-5892
ANI- Associação Nacional de Imprensa
BUSCAR E ALARGAR O CONSENSO PARA
A UNIFICAÇÃO DOS JORNALISTAS
03-10-2007-Defende o Presidente da ANI, Manuel Barreto Em entrevista dirigida pela TVS – Televisão
Santomense, o Presidente da Associação Nacional de Imprensa, Manuel
do Sacramento dos Santos Barreto, defendeu para breve a necessidade de realização de uma Mesa
Redonda, em busca de consenso entre os membros da classe jornalística do país, com vista a melhorar
o seu nível e a sua performance no domínio de uma Comunicação Social visualizando um futuro novo
para o sector. Manuel Barreto falava na ocasião sobre as perspectivas de envolvimento e integração
da classe
jornalística em todo um contexto sócio-económico, político e cultural do país e sobre os planos de acção desta
organização para os próximos anos. 2007 constituiu assim um ano de arranque dalgumas iniciativas, uma delas a ver
com o Jornalismo
Online que, mesmo em Portugal, tem 10 anos de existência e o Jornalismo como módulo de arranque também dos
Cursos de Jornalismo Básico que a ANI propõe organizar, entre outros, todos os anos em São Tomé e Príncipe.
Tendo em conta que o país não tem tradição em termos de uma organização curricular que possa responder pela
formação em jornalismo, Manuel Barreto anunciou para breve a assinatura de um acordo formal com a International
Alert, organismo estrangeiro que vem apoiando os jornalistas santomenses desde 2004 e que, segundo a sua
responsável actual no país, a ruandesa Anne Mazimhaka, o mesmo apoio continuará a ser dado aos jornalistas mesmo
quando a tutela do Centro de Jornalistas passar para a inteira responsabilidade dos jornalistas santomenses.
Saliente-se aqui o facto de que o Centro de Jornalistas constitui uma doação da organização internacional aos jornalistas
santomenses.
O acordo em causa visará a realização regular de formações em Jornalismo, de três em três meses, seis em seis meses
e sempre que necessário ou possível alargar para mais tempo a preparação e orientação de novos jornalistas com visão
num futuro processo curricular, à iniciar-se a partir de Março próximo.
O Presidente da Associação Nacional de Imprensa salienta que a próxima Mesa Redonda deverá ter lugar numa
altura em que o País relembra a data de 30 de Setembro, data a ver com o Programa da Reforma Agrária, uma
política que formulada em 12 de Julho de 1975 não trouxe grandes vantagens com as nacionalizações da Empresas
agrícolas e que agora com a distribuição de terras para quem trabalha, um trabalho de acompanhamento será necessário
para dar um rumo novo a situação económica do país.
Os jornalistas santomenses são chamados nesta ocasião para interpelar os dirigentes nacionais sobre a situação da
economia do país e mais precisamente da Banca comercial santomense, onde os doutores Manuel Monteiro Pinho,
Arlindo carvalho e Acácio Elba Bonfim serão certamente os principais oradores desse importante encontro com
jornalistas nacionais, na presença de convidados e outros membros da Sociedade civil santomense. Os Jornalistas
Perguntam é o método de participação directa em que cerca de 50 jornalistas convidados ao certame formularão
perguntas com que as distintas individualidades bancárias farão um brinde à Nação Santomense, por esta ocasião.
Essa Mesa Redonda terá a parceria directa na sua realização da Organização Jovens Protagonistas do Desenvolvimento,
um organismo jovem que tem trazido à Praça Pública reflexões sobre o Pensar e Agir em São Tomé e Príncipe.
João Soares
MERCADO CÔCO-CÔCO
14-09-2007 -
Depois do desaparecimento do famoso Mercado de Ponto de S. Tomé, surge com
realce
o novo mercado, com uma certa organização, onde diariamente aparecem novos
feirantes das diversas localidades e dos diversos distritos do pais.
Certo que o mercado fica recheado de diversos tipos de produtos nacionais e internacionais, consoante a aspiração do cliente bem como a venda de roupas, calçados, mobiliários de marca, tais como a cama jogos de sala e mais.
De salientar que no mercado Giovany, frequentam mais de 1000 mil vendedores. Os vendedores e compradores acordam muito cedo, cerca de duas horas de madrugada, ao lado do mercado começa-se a ver muita movimentação, logo pela manhã, descargas de mercadorias, minuto a minuto e as embalagens que chegam e saem das diversas viaturas alugadas ou não, são provenientes das roças e campos. Quando se chega as 5:30h da manhã, as portas do mercado Giovany ficam abertas, entrando em acção a compra, venda e revenda.O Mercado Giovany tem três pisos, nos quais, o primeiro piso chama-se de S. Tomé, o segundo piso, o nome é Lisboa, o terceiro piso, o último, é chamado de Estados Unidos.
Tudo indica que no último piso é uma maravilha, lá fazem todos tipos de negócios, a venda de imobiliários, materiais eléctricos e muitos mais. Provavelmente no 1º piso existe um espaço para os cambistas para a troca e venda de moedas: Dólares, Euros, Dobras e mais.
Octávio Soares
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