JORNAL TROPICAL

 

 

 

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MAS QUE SILÊNCIO MEDONHO E APÁTICO?  

25-08-2008 - O País mergulhou-se num silêncio absoluto, silêncio apático, silêncio Medonho, parece que só se sente o barulho dos carros, os políticos da nossa praça depois da entrada do décimo terceiro Governo constitucional em função não se vê mais na prática ataques políticos, ou grupos de pessoas manifestando o desagrado total em relação ao 12.º Governo constitucional, na altura. 

 

Parece que aparentemente, tudo vai bem apesar de não haver grandes objectivos traçados, fica-se só com a ideia de que actual cenário político quer relançar com os países da vizinhança boas prospectivas no relacionamento bilateral, tanto como Angola, Portugal e outros. 

 

É notório esse silêncio de que está implantado, só se houve dizer que não existe mais oposição porque os opositores já estão a favor da governação. Por esse andar não existirá quem se mexa ou faça barulho num bom sentido da palavra, oposição construtiva. 

Aonde está os grandes ataques políticos feitos por um partido de oposição? Parece-me que não existe, apenas o silêncio tomou conta da situação.

Há alguns tempos atrás, havia muita confusão e politiquices, porque não gostava da pessoa (…) ou de um ao outro. Andando por este atalho, vamos vendo e observando de que está tudo calmo e no silêncio…    

Aquiles Pequeno


JAPÃO DÁ ARROZ, E O CASO DE GGA 1,2 e 3 AINDA CONTINUA NO ESQUECIMENTO JUDICIAL

12-08-2008 - Muitos anos se passaram da ajuda alimentar, por causa dos sucessivos escândalos financeiros registados  no antigo gabinete de gestão da ajuda externa(GGA-1,2,3 até o momento sem qualquer consequência judicial, o reino do Japão decidiu doar mais uma vez a ajuda alimentar a favor do povo de São Tomé e Príncipe, a luz da crise alimentar que ameaça o planeta terra. 

Contudo as consequências dessa crise na vida de um povo que já não suporta o fardo da pobreza que atinge mas de 75%, o governo japonês preferiu dar mais uma oportunidade aos dirigentes, e o povo de  são-tomenses de se mostrarem dignos perante a nação. O donativo de 23 mil sacos de arroz, correspondentes a 2 milhões de dólares norte americanos, vem evitar a constante rotura do sctok do produto no mercado nacional, e o consequente aumento do preço, num período de 9 meses.

O embaixador do Japão em São Tomé e Príncipe, com residência na capital gabonesa, anunciou a ajuda alimentar, que estava suspensa, derivada de escândalo de caso GGA desde o ano 2004, altura em que se explodiu um dos maiores escândalos financeiros do país, envolvendo vários milhões de dólares resultantes da ajuda alimentar ofertada pelo  governo nipónico  Japones.

Sensível ao sofrimento da maioria da população são-tomense que não viu os proveitos do fundo de contra-partida criado pela venda do arroz ofertado pelo reino nipónico durante vários anos, as autoridades japonesas, decidiram avançar mais uma vez com o gesto de solidariedade, no sentido de evitar que a mesma população sofredora seja esmagada pela crise alimentar que cresce no mundo.

Apesar da justiça são-tomense, ou melhor dos tribunais são-tomenses, ainda não terem conseguido esclarecer o escândalo financeiro de milhões de dólares que deveriam ser aplicados em projectos de luta contra a pobreza no arquipélago, cerca de 4 anos depois, Japão decide avançar com mais um carregamento de ajuda alimentar, num total de 23 mil sacos de arroz, favor  de São Tomé e Príncipe.

O director do comércio de São Tomé e Príncipe, explicou que ajuda alimentar do Japão é equivalente a 2 milhões de dólares norte americanos. O impacto sobre o mercado nacional é positivo. A direcção do comércio garante tranquilidade do stock durante os próximos 9 meses. «Temos um consumo de 6 mil toneladas de arroz por ano. Temos aqui o equivalente a 2/3. Portanto temos arroz para 9 meses isso melhora substancialmente o stock nacional», declarou o director do comércio Jorge Bonfim.

Numa altura em que o preço do arroz no mercado são-tomense já ultrapassou 15 mil dobras o quilo, a ajuda japonesa poderá aliviar a pressão sobre o mercado. Segundo a direcção do comércio o preço de venda do arroz ofertado pelo Japão deverá ser definido pelo conselho de ministros. por: Aquiles Pequeno.


PETRÓLEO DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE EM DESTAQUE NA VISITA DO PRIMEIRO-MINISTRO A ANGOLA  

29-07-2008- O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Joaquim Rafael Branco, inicia hoje uma visita de três dias a Angola a fim de relançar a cooperação bilateral no sector económico com realce para o petróleo, comércio e infra-estruturas.

De acordo com o gabinete de imprensa do palácio do governo em São Tomé, Rafael Branco pretende com a sua deslocação a Luanda incentivar o investimento angolano, sobretudo do sector privado, em vários domínios de actividade económica em São Tomé e Príncipe, numa perspectiva de relançar a economia do arquipélago.

Além de assuntos ligados à formação de quadros, assistência técnica em vários domínios de cooperação, o primeiro-ministro são-tomense abordará ainda com o governo de Angola mecanismos visando a intervenção angolana nas áreas do petróleo, transportes, comércio, agricultura, comunicação social e administração pública.

A visita de Rafael Branco, que exercia há poucos meses o cargo de director da Agência Nacional de Petróleo de São Tomé, acontece oito dias depois da petrolífera angolana Sonangol ter inaugurado na capital são-tomense dois postos de abastecimento de combustíveis num investimento de mais 2,5 milhões de dólares.

Considerado um dos principais accionistas do Estado são-tomense na comercialização de combustíveis, a Sonangol dispõe de 40 por cento de capital da Empresa Nacional de Combustíveis e Óleos (ENCO), que detém o monopólio de importação e venda desse produto no arquipélago.

A Sonangol tem manifestado o interesse de participar na exploração de petróleo na zona marítima exclusiva de São Tomé e Príncipe.

Em Novembro de 2007, Angola e São Tomé e Príncipe assinaram em Luanda vários instrumentos jurídicos de cooperação no âmbito da VIª sessão da comissão mista bilateral com destaque para intercâmbios nos domínios dos petróleos, comércio, bancas, agricultura e transportes. (macauhub)


RAFAEL BRANCO PROMETE "POSIÇÃO" SOBRE ACUSAÇÕES CONTRA HOTEL PESTANA
28-07-2008 - O Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe Rafael Branco afirmou hoje (segunda-feira) que vai pedir que sejam investigadas as acusações de desrespeito pelos direitos da população das imediações de uma estância turística do grupo português Pestana no Ilhéu das Rolas.

"Os órgãos competentes do governo irão tomar conta da ocorrência e, no momento oportuno, daremos a nossa posição. (...) Não tenho as informações sobre o caso específico", afirmou o Primeiro-ministro Rafael Branco, confrontado com denúncias saídas de um seminário, rejeitadas pelo grupo hoteleiro português.

"Nós queremos desenvolver o turismo em São Tomé e Príncipe, temos muita esperança que o turismo contribua para aliviar a pobreza dos nossos cidadãos, iremos encorajar operadores a virem nvestir no turismo, e naturalmente queremos que isso se faça no quadro do respeito pelas leis do nosso país e pelas normas de direito internacional", sublinhou.

As críticas foram feitas após uma visita à estância Equador Pestana por alguns participantes do seminário Internacional sobre "Educação, Ambiente, Turismo e Desenvolvimento Comunitário", que decorreu na capital são-tomense entre 21 e 26 de Julho.

"Surpreendeu-nos ouvir o relato de mulheres que têm que pegar num barco para ir lavar roupa noutro lugar porque não podem lavar na ilha. A comunidade tem o direito de ser inserida, ser valorizada, estimulada a vender artesanato, a agregar valores, porque o turista que vem para a África quer ver como vivem os africanos", afirmou a gestora ambiental brasileira Marcela Sobral.

"A comunidade está a sofrer uma pressão para sair, estão a ser condicionadas determinadas situações de qualidade de vida, como corte de electricidade, corte da água, como a impossibilidade de se deslocarem para as escolas, porque esse transporte às vezes é feito e outra não é possível e assim as crianças não voltam à ilha porque não têm transporte de volta", afirmou a engenheira ambiental Mariana Cruz, outra participante no seminário.

Mário Freitas, professor da Universidade do Minho, defendeu o desenvolvimento de soluções que permitam envolver a comunidade no projecto turístico.

"Vamos propor soluções ao grupo Pestana e ao próprio governo. Vamos propor e defender que há uma solução", disse o professor universitário.

Manuel Fuzeta, director-geral do Pestana São Tomé, rejeitou todas acusações, como noutras circunstâncias em que o caso foi levantado.

O seminário foi promovido e organizado pelo Centro de Estudos Africanos do ISCTE (CEA/ISCTE), Associação Internacional de Investigadores em Educação Ambiental (NEREA-Investiga), direcção-Geral de Ambiente e a Direcção são-tomense de Turismo e Hotelaria.

No final do ano passado, o grupo Pestana admitiu cancelar o contrato de gestão do empreendimento turístico devido a uma "campanha de desinformação na comunicação social" de que diz ser alvo e da "miserável" ocupação desta unidade nos anos de 2006 e 2007, que a tornam economicamente inviável, devido à falta de ligações aéreas.

O proprietário do Pestana Equador é a empresa Rotas de África, com a qual o grupo Pestana assinou há quatro anos um contrato para a gestão do empreendimento.

Segundo o grupo Pestana, a Rotas de África construiu casas no ilhéu das Rolas para os habitantes quando começou a desenvolver o empreendimento turístico e o proprietário apoiou os habitantes do ilhéu que pretendiam sair, nomeadamente para Porto Alegre, a cidade mais próxima e apenas acessível de barco, mas que possui posto médico, escola, ensino e empregos.

Desde 2004, "o grupo Pestana assegura o alojamento e alimentação aos colaboradores do hotel que habitam no ilhéu, tendo, até ao momento, realizado inúmeras acções de formação profissional", salientou a administração, realçando que, além de existirem colaboradores residentes no ilhéu, outros optaram por morar em Porto Alegre e continuam a trabalhar na unidade turística.

Sobre os cortes de água e luz, de que se queixam os moradores, a administração do grupo português afirmou que "estão a ser fornecidas aos habitantes, em condições iguais às anteriores, sofrendo, naturalmente, as quebras que ocorrerem na unidade".

O grupo Pestana disse ainda que "não tem autoridade para abrir ou encerrar escolas".


33 ANOS DE UMA INDEPENDÊNCIA NACIONAL E DE VERGONHA NACIONAL

16-07-2008 - 12 De Julho de 1975,12 de Julho de 2008... ATÉ QUANDO?

33 Anos de independência de intrigas, ódios, rancor, vinganças entre os são-tomenses. Não existe união entre os são-tomenses, miséria absoluta, e ingratidão, e egocentrismo, o País está totalmente estilhaçado, eles delapidaram tudo, foi-se a moral, a ética e os bons costumes já não existe enfim…

São Tomé e príncipe, atingia assim a independência em 12 de Julho de 1975,33 anos se passaram, ainda hoje muitos são-tomenses continuam a viver mergulhado no silencio total e absurdo na congestão dos roubos, na corrupção no desmando da classe politica, e aos trabalhadores ainda sem salário compatível a realidade da actualidade…

Ainda os são-tomenses continuam a espera dos julgamentos de altos casos que ocorreram a longo período da nossa história colectiva, nestes 33 anos da nossa independência, os famosos casos de pré-fabricada, GGA, 1/2/3,matriculas dos barcos com bandeira são-tomenses; enfim ocorreram casos que até hoje continuam-se a espera do seu desfecho pelas instâncias judiciais…

Para muitos os são-tomenses, não era esta independência que receberam nas mãos dos portugueses em 12 de Julho de 1975, não acreditem muitos ostentam hoje a riqueza demasiadamente mas, muitos ainda continuam sobrevivendo no linear da pobreza profunda…

A economia de S.T.P. está totalmente arruinada, mesmo que haja melhores dias não será hoje, todos governos que aparecem sempre com boas intenções, mas depois acabam sempre em querelas e desentendimentos…

Por: Aquiles Pequeno 


PORTUGAL PERDOA DIVIDA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

16-07-2008 - A dívida externa de São Tomé e Príncipe a Portugal, no valor de 35 milhões de dólares, foi perdoada, com a assinatura, em São Tomé, de um acordo entre os dois países.

O acordo foi assinado pelos ministros das Finanças de Portugal, Fernando Teixeira dos Santos, e de São Tomé e Príncipe, Ângela Viegas, no âmbito da visita de trabalho de 24 horas que o governante português está a efectuar ao arquipélago.

Além do acordo para o perdão da dívida, os dois governantes assinaram mais um acordo, sobre a assistência técnica e o reforço das capacidades das finanças públicas entre os dois países, e um memorando de entendimento.

O memorando de entendimento destina-se à abertura de uma linha de crédito de 50 milhões de euros a São Tomé e Príncipe.

Na ocasião, a governante são-tomense salientou que o perdão da dívida "vai ajudar bastante" as finanças são-tomenses, porque, acrescentou, "os recursos decorrentes serão encaminhados para programas de desenvolvimento e de luta contra a pobreza".

Relativamente ao memorando de entendimento, a ministra são-tomense considerou-o como "um balão de oxigénio importante para a economia" do arquipélago, que vive momentos difíceis.

A titular da pasta das Finanças de São Tomé e Príncipe disse que o seu governo vai diligenciar rapidamente para que a linha de crédito esteja disponível o mais depressa possível.

A linha de crédito, sublinhou, "vai ajudar a concretizar o programa do Governo", submetido segunda-feira ao parlamento, nomeadamente "no reforço das infra-estruturas de produção interna para exportação, como a produção de bens de consumo interno".

Fernando Teixeira dos Santos disse, por seu lado, que o acordo de perdão da dívida se enquadra na vontade de Portugal em "concretizar as decisões do Clube de Paris" e marca a "viragem de uma página do passado".

"O perdão da dívida é importante. Fecha um dossier do passado, traduz-se num alívio importante para São Tomé e Príncipe, na medida em que permite canalizar os recursos que de outro modo estariam afectos à dívida, mas que passaram agora a estar orientados para o desenvolvimento e o combate à pobreza", sublinhou.

"Olhando para a frente, há que continuar essa relação, de apoio e de cooperação. A linha de crédito que iremos concretizar em breve, vai permitir definir um quadro de financiamento para projectos de investimentos que se traduzam no reforço e melhoria de infra-estruturas tão necessárias ao desenvolvimento do país", continuou Teixeira dos Santos.

O ministro português chegou segunda-feira à noite a São Tomé e deverá deixar o arquipélago ainda hoje.


GRITO DE ALERTA

ESTRADA DE ÀGUA ARROZ   EM ESTADO DE   PERIGO EMINENTE…

18-04-2007 - AS estradas de S.Tomé e Príncipe estão a ficar todas esburacadas, e não existe um plano director para resolver esta situação nem a médio e nem a curto prazo, uma situação considerada calamitosa… Os sucessivos governos não deram a devida atenção a este fenómeno.

Urge da parte do novo governo, tentar solucionar esta situação Para já a estrada água Arroz encontra-se toda danificada, estrada de toda cidade capital e arredores estão a ficar com asfalto todo ruído, é lamentável ninguém toma medidas o País tornou-se num deixar andar…

Para muitos condutores ainda vão passando com seu carro nesta mesma estrada, embora sabendo, o risco perigo e custo que acarreta-lhe levando a sua viatura a uma oficina. Para aonde vai tantas doações doadas por Países amigos para reparações das estradas? Uma das reparações das estradas que se tem vindo a efectuar nestes últimos dias é sem duvida a estrada de São Gabriel até estação Terrena.

 O País necessita desenvolvimento e aposta séria no turismo, caso não tivermos uma estrada em condições isto já por si desencoraja os turistas, e a metade do desenvolvimento turístico certamente ficará compremetido. O País enfrenta dificuldades em todos domínios da vida nacional, mas é urgente resolver este perigo eminente.*Por tudo isto fica o recado*.   

Por:AquilesPequeno

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