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EMAE! ASSIM NÃO VALE
08-12-2006Tocamos
sempre na EMAE, onde o povo confronta-se com o problema gritante que é
sempre o pagamento de energia.
O salário mínimo que se
aufere neste país não dá para o sustento de um casal viver quanto mais para
pagar a factura da água e da energia, da alimentação e o tratamento para o
paludismo. Quanto a esta doença regista-se com agrado que está a baixar mas
ainda não está erradicado.
Os três
grupos de geradores em funcionamento, segundo a nossa fonte, cada um deles
gasta cerca de 200 litros de gasóleo por hora. Segundo o nosso interlocutor,
consiste num rio de combustível que a EMAE gasta dentro de 24 horas e que
somam um total de 14 400 litros por dia, o que corresponde praticamente a
90% de combustível posto em S. Tomé pela Empresa Sonangol.
O
tropical alerta se isto corresponde a realidade, o Governo deve apostar na
barragem hidroeléctrica, no qual já foram apontadas várias alternativas em
edições do jornal Tropical como forma de diminuir um pouco o sofrimento
deste povo no que diz respeito ao pagamento de água e energia.
Octávio
Soares
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