TROPICAL  o seu joranal de preferência  
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
 

CRUZ VERMELHA – ASSEMBLEIA À VISTA

A Cruz vermelha foi fundada em Janeiro de 1976, pelo decreto 6/76 , no dia 13 de Janeiro como instituição humanitária ao filiar como organismo público, instituição de utilidade pública, conforme disse Paulo Neves, Secretário Geral da Cruz Vermelha de S. Tomé e Príncipe .

É uma instituição de socorro voluntário, a Cruz Vermelha obedece os princípios fundamentais do movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, as Convenções de Genebra de 1949, e como salientou Paulo Neves nós desenvolvemos as nossas actividades em cinco programas essenciais a saber:

Desenvolvimento institucional, informação e difusão, socorrismo e assistência, juventude e cultura da paz e saúde e acção social.

Paulo Neves frisou que a Cruz Vermelha faz com que cada um dos programas no desenvolvimento institucional, o nome particularmente indica, será o cumprimento da realização das reuniões estatutárias periódicas, e posso anunciar em primeira mão que a nossa próxima Assembleia Geral será na sexta-feira dia 12  de Maio deste ano”.

O desenvolvimento dos comités locais, tudo que é a formação sobretudo em relação à juventude disse e adiciona que “O Programa da Difusão e Informação, informação das actividades da Cruz Vermelha e difusão do direito Internacional Humanitário que são as convenções de Genebra fundamentalmente que essa difusão é feita  para o grande público e feita pela forças militares e para militares, é sempre necessário fazer a do direito internacional Humanitário”.

No Programa Socorrismo e Assistência, formamos socorristas conforme explica o Presidente, salientando que “nas grandes manifestações desportivas, culturais e outras na presença do socorrista para prestarem os primeiros socorres, mas a maior parte dos nossos socorristas são formados na base comunitária, significa que tem a missão junto as comunidades de ajudar a melhorar a higiene, prevenir as doenças  ou seja está ligada também a sensibilização”.

O Programa Juventude Cultura da Paz, eu tenho dito e tenho a dizer e não me cansarei de dizer que,  quem quer ter o futuro tem que apostar na juventude. Referente á Juventude, nós temos um departamento da juventude e são eles que são grandes dinamizadores das grandes acções da Cruz Vermelha e em todas as acções da Cruz vermelha está metida a juventude, de outra forma não poderia ser disse Paulo Neves  .

“A Cultura da paz porquê? pergunta Paulo Neves para responder logo a seguir: “Porque a Cruz Vermelha é uma instituição eminentemente essencialmente pacífica. Toda a nossa acção como  movimento Internacional da Cruz Vermelha, a Cruz Vermelha de S. Tomé e Príncipe é membro do pleno direito desde 1985 e é um movimento que propaga e cultiva a paz”.

O Programa Saúde e a Paz é um programa de maior actividade. Nesse programa fazemos saúde, conforme explica o presidente, sobretudo a sensibilização de luta contra o SIDA, a sensibilização para combater o paludismo, participação quando somos chamados pelo Ministério de Saúde nas campanhas de sensibilização  também para vacinações. Ainda a construção de latrinas, água e saneamento básico de meio, protecção de nascentes, canalização da água protegida, construção de lavandarias. No ano passado do 2006, a Cruz vermelha de S. Tomé e Príncipe construiu no total 725 latrinas, nos distritos de Lobata e Lembá e na Região do Príncipe.

Quanto a Acção Social, a nossa acção actualmente é virada para a protecção dos idosos. Temos algumas valências, centro de dias e casas sociais. A maior parte das casas sociais são de alvenaria que são construídas em todos os distritos do país, incluindo a Região Autónoma do Príncipe. Nessas casas sociais temos um total 70 idosos, temos um Centro de dia onde os idosos recebem uma assistência personalizada. Têm o pequeno-almoço, almoço e jantar com assistência medicamentosa, actividades lúdicas e algumas actividades produtivas, fazem objectos de utilidade pessoal, mulheres fazem crochés, ajudam a cuidar do galinheiro e ajudam também a fazer a pequena horta. O objectivo destes centros de dia é dar a esses idosos a dignidade que eles merecem e fazer ocupar os seus tempos livres. Para além das casas sociais e o centro de dias temos assistências domiciliaras aos idosos.

Num total, a Cruz Vermelha de S. Tomé e Príncipe assiste aproximadamente 500 idosos. Assistência domiciliária consiste numa visita que pode ser mensal ou pode ser bimensal, conforme as possibilidades em cada momento da Cruz Vermelha e nessas visitas fazemos acompanhar no geral uma enfermeira ou um médico que vai fazer a triagem da situação dos idosos, como a questão da hipertensão da diabete e do paludismo.

Faltava perguntar donde é que vem as receitas para fazer todas estas coisas? salienta o Presidente da Cruz Vermelha de S. T. P. na entrevista com o JT.

“E Eu direi que temos duas fontes de receitas por excelência, rematou Paulo Neves.

“Uma receita interna que vem da receita da exploração do totoloto e outra externa da cooperação bilateral e também da cooperação com a sociedade congénere, particularmente com a Cruz Vermelha espanhola que é neste momento a nossa principal parceira. Nós temos também a cooperação com a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho que tem a sede em Genebra e o Comité Internacional da Cruz Vermelha também com a Sede em Genebra. Portanto, são esses três parceiros fundamentais que financiam os nossos projectos e a receita interna que é o nosso Totoloto, nós temos vindo a explorar desde 26 de Março de 1989, conforme explicou o presidente.

Na VI Assembleia-Geral, nós teremos a revisão e a emenda dos estatutos como sabe uma Sociedade Nacional da Cruz Vermelha para fazer a revisão dos estatutos terá que submeter essa revisão à uma Comissão Conjunta em Genebra, uma Comissão Conjunta especialista em estatutos. E nós já recebemos os comentários que nos foram feitos para fazer essa Comissão Conjunta. Obviamente, na Assembleia-Geral, iremos discutir todos os comentários que recebemos, as nossas propostas de emenda, sabe que qualquer instituição tem que se adaptar aos tempos modernos. A Cruz Vermelha foi criada em 1976   e os estatutos foram revistos em 96.  Agora, vamos fazer uma nova revisão para adaptar as novas exigências às novas tecnologias, o mundo está a crescer, está a evoluir, temos que evoluir também. Isso será um ponto essencial e outro será a eleição dos novos corpos directivos da Cruz Vermelha, porque os dirigentes da Cruz Vermelha são eleitos em Assembleia-geral. Serão também feitos os balanços dos dois anos portanto desde a última Assembleia-Geral. Portanto tem que se fazer todos os balanços, o relatório de contas dos exercícios de 2005 à 2007. Essencialmente são três os pontos fundamentais da próxima Assembleia-Geral a realizar-se no dia 12 de Maio de 2007. Daí a dois meses mais propriamente, disse o Presidente.                    

 Octávio Soares    

  FOTO DO DIA

Notícias

Pagina Principal

Política

Turismo

Sociedade

Economia

Arquivo

Igreja Universal

Opinião

Moda

Editorial

Desporto

Saúde

Internacional

Cultura

 Turismo

Anúncio

PUBLICIDADES

Paqsatempo

Ficha Técnica 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Pagina Principal/Política/Turismo/Sociedade/Economia/Arquivo /Igreja Universal /Opinião /Moda/Editorial/Desporto/Saúde/Internacional/Cultura/ Turismo/Anúncio/PUBLICIDADES/Passatempo/

"Tropical Rua Padre Martinho Pinto da Rocha   S. Tomé - RDSTP,  C.P.   Tel.:   Telemóvel: 923140  Fax:    E-jornaltropica06@hotmail.com