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SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
 

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA EM GUERRA COM O GOVERNO

 A vida dos Trabalhadores continua mais crítico em S. Tomé e Príncipe

O Secretariado Nacional do Sindicato dos Trabalhadores do Estado, STE, na última sessão já enviou uma carta reivindicativa ao governo quando definimos o nosso aumento salarial para o ano de 2007. Definimos 100 dólares para o salário mínimo, o salário médio 400 dólares e salário máximo 600 dólares que é uma categoria máxima que significa a categoria do assessor ao abrigo da lei 5/97. Este aumento salarial obedeceu ao critério análise pelo excessivo aumento do custo de vida, nós havíamos reclamado junto do governo que o aumento do custo de vida aumentou acima de 40%, isto quer dizer que os nossos salários estavam diminuídos a este nível, a esta percentagem e a não resposta do governo e a imparcialidade do governo deu a entender que é um governo que não tem o princípio do diálogo. Portanto só complica efectivamente a vida sindical, faz aquilo que lhe interessa, no entanto é preciso o sindicato ter outra atitude com a existência deste tipo de governação, porque a vida dos trabalhadores é que está em jogo. Já enviamos um ultimato, obviamente agora acha o governo que se não quiserem a via do diálogo, o Sindicato tem o seu recurso e nós vamos recorrer ao recurso que temos para que efectivamente as aspirações da vida dos trabalhadores sejam cumpridas.

 No próximo sábado, vamos reunir uma assembleia-geral, obviamente o objectivo fundamental dessa assembleia é auscultar os licenciados se vamos enviar uma carta de reivindicativa ou não. Também nessa nossa reflexão que havíamos enviado ao governo já tínhamos apontado que há uma segunda fase de pagamento dos trabalhadores licenciados, ainda não concluímos a 100% do pagamento das indemnizações, não obstante haver a disponibilidade, não obstante ter orientado o governo a disponibilidade nos passos que deveriam ser dados e é tanta a arrogância que acho que deve ser assim a dirigir o país.  Vamos reunir onde vai sair uma carta reivindicativa com ultimato para que o governo tenha um prazo. Caso não houver o cumprimento por parte do governo, haverá uma reacção por parte dos trabalhadores licenciados.

 

 

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