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Primeiro-ministro São-tomense Inaugura duas pontes sobre o Rio Agua Grande

“ Esta ponte  é uma obra arquitectónica, uma obra de engenharia de utilidade pública que todos nós vamos utilizar quotidianamente, aparentemente ela parece simples, é  a ponte de Agua Grande, o  rio que corta a nossa cidade em duas parte”, defende Primeiro-Ministro Jorge Bom Jesus.

 14.07.2020 O primeiro-ministro Jorge Bom Jesus, inaugurou na noite de último sábado duas pontes sobre o Rio Agua Grande que estava em obra durante sete meses.O Chefe do Governo, Jorge Bom Jesus juntamente com o Ministro das Obras Publicas, Osvaldo Abreu glorificou a conclusão da entrega das obras embora as dificuldades.

As duas pontes estiveram partidas e o governo procedeu uma intervenção rápida construindo as duas pontes pela raiz. A empreitada da obra foi executada pela Empresa ACA.

Primeiro-ministro no seu reconhecimento começou a agradecer, sustentando “o homem sonha a obra nasce”. Jorge Bom Jesus agradeceu Ministérios das Obras Publicas e a Empresa ACA e todos aqueles que directa e indirectamente permitiram que a obra concluísse.

“O tempo passa, o relógio da história não para” disse Jorge Bom Jesus e tendo sublinhando “os acontecimentos, as obras, as realizações estão a vista, e essa obra, é um simbolismo incalculável”. Segundo Jorge Bom Jesus na certeza que a prosperidade não vai poder escamotear esta obra que ninguém vai poder apaga-la, porque é uma obra feita, ela está aqui, e ela vai servir aos são-tomenses e todos aqueles que vivem em São Tome e Príncipe. Mas, aparentemente esta ponte que é uma obra arquitectónica, uma obra de engenharia e de utilidade pública que todos nós vamos utilizar quotidianamente, aparentemente ela parece simples, é a ponte de Agua Grande, o  rio que corta a nossa cidade em duas parte, que foi imortalizado por Alda Espírito Santo, no poema “ Lá no Agua Grande as lavadeiras batem que batem com a roupa na pedra”. “Essa ponte tem muito simbolismo histórico para nós os santomenses. Essa ponte faz a ligação entre a história colonial e a história pós-a independências que festejamos este ano 45 anos”, afirma.

“Mas foi preciso esperar 45 anos para que os santomenses pudessem construir uma ponte com as suas próprias mãos e com os seus próprios recursos” afirmou Chefe do Governo. E, tendo caracterizado ainda a ponte “que também vai fazer a ligação entre o presente e o futuro que nós queremos diferente, e as luzes que nós temos nessa ponte são luzes no fundo do túnel, adiantando “ nós estamos a sair no túnel  que estamos a lançar as bases dum São Tome e Príncipe diferente moderno para os jovens e mulheres desse país.  

Ministro das Obras Publicas e Infra-estrutura em primeiro lugar deu os seus profundos agradecimentos elogiando parabéns para todos que deram as suas contribuições de uma ou de outra forma para a execução desta obra em particular os funcionários do Instituto Nacional de Estradas, Laboratório de Engenharia Civil de São Tome e Príncipe e a Direcção das Obras Publicas e Urbanismo, a Empresa de Agua Electricidade (EMAE), o Gabinete do Estudo do Projecto do Ministérios e todos outros que colaboraram arduamente para a boa execução dessa obra e felicitou também a empresa executora que em tempo cumprindo o prazo, “apesar de vários constrangimentos que nós vivemos”.

 

Depois do Osvaldo Abreu narrar todos os requisitos necessários para que  a ponte a hora pudesse ser prontificada afirmando “o nosso conceito de ponte vai para alem de betão de ferro de obras publicas”  alegando  “nos queremos construir pontes entre os santomenses e para fora, para falar com os nossos parceiros numa só voz em prol do desenvolvimento de São Tome e Príncipe”.

Presidente da Câmara Distrital de Agua Grande, José Maria felicitou o Governo por ter efectuado a construção da ponte, reconhecendo que o desempenho de qualquer governo é com obras, sustentando que o actual Governo está em bom caminho e espera que o governo tenha mais projectos e iniciativas para “o desenvolvimento do nosso país e para o bem-estar do nosso povo”.


 

Director do Instituto Nacional de Estrada (INAE), Gabdulo Quaresma agradeceu o governo pela “oportunidade que nos deu de fazer o pacto da história com a reconstrução de raiz dessas duas pontes” lembrando “na medida em que o processo de intervenção passou a ser realidade aproximadamente após de 50 anos” , porque esta ponte foi construída desde a época colonial e agradeceu os colaboradores , colegas e INE  pela disponibilidade e a dedicação no exercício das suas funções tanto na fiscalização.

 Responsável da Empresa ACA, Teresa Verissito, disse prazer de estar presente nesta inauguração das duas pontes construídas pela raiz para o povo de São Tome e Príncipe que os trabalhos foram complicados numa época difíceis, mas os prazos foram cumprindo atempadamente.  

 

Octávio Soares

 

 

 

 

   

 

 
 
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