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Amorim Diogo
NO TOPO DA FAMA
MÚSICO-SANTOMENSE
12-04-07
Amorim Diogo é uma grande referência da música são-tomense
Após
estes anos de ausência não está arrependido por ter deixado a sua terra
natal.
Antes de começar Amorim
Diogo manifesta com satisfação e anuncia
Muito boa tarde equipa do
Jornal Tropical, Chamo-me Amorim Diogo, neste momento resido em Portugal,
estou de férias para as minhas ilhas que é S. Tomé e Príncipe.
O
meu objectivo é tentar junto ao meu grande público, que gosta da minha
imagem, trazer para eles a minha imagem ao vivo, digo ao vivo, porque há um
mês praí mandei a minha fotografia. “Há um CDs que acaba da sair ao mercado
designado Hora com lindos temas, os são-tomenses têm abraçados, para mim é
importante é de louvar, só devo respeitar este sentimento que gerei nos
são-tomenses em gostar deste trabalho que eu fiz”. Amorim Diogo salienta, em
caso no futuro fazer outro melhor trabalho, pretendo fazer espectáculo ao
nível de todos distritos de S. Tomé, no dia um de Maio, na sua opinião “
estarei com os meus irmãos na ilha do Príncipe, fazer espectáculo numa nova
discoteca naquela ilha. No regresso estarei 15 dias em S. Tomé, partirei
para o Librevilhe ficando junto com os são-tomenses numa festa próprio para
os santomenses”.
Segundo
Amorim Diogo, o primeiro espectáculo será feito no terraço 21 de Dezembro no
próximo sábado dia 14 do Abril.
Ressalta-se
que este é seu primeiro álbum ao solo, já fez tantos outros álbum que o
público sabe, que ele fez parte do conjunto África Negra de S. Tomé durante
oito anos, também do África Verde na Ilha do Príncipe do conjunto Répter e
do mini-Répter que poucas pessoas conheceram, segundo Amorim, também do
conjunto solista africano todos da Ilha do Príncipe.
Fez alguma digressão ao estrangeiro, já
representou S. Tomé e Príncipe no 17º festival
dos trabalhadores angolanos em Angola.
Representou S. Tomé e Príncipe na Espó 98, foi o cantor principal da
caravana músico cultural à Portugal, em que fizeram 15 dias, com
representação dentro dos pavilhões. O seu Cds encontra-se no mercado, tanto
no mercado interno como no mercado internacional. Por outro lado Amorim
Diogo disse que ao Principio “fizemos cerca de1000 exemplares e chegou ao S.
Tomé 300 exemplares, acabaram de imediato, recebi o telefonema em Portugal
para que trouxesse mais e no meu regresso para S. Tomé e o meu director da
editora encomendou-me trazer mais 50 CDs porque tinha impostos
alfandegários, outros negócios que poderia-se pagar. Deixei ficar 50 CDs no
Estúdio DJ Cabelo. Nesse caso, parece DJ Cabelo não tem mais. Saliento que é
só fazer uma visita para confirmar se existe. Há de vir mais CDs porque já
telefonamos para o Zé Orlando que é o director da editora e ele ficou meter
nos correios mas CDs para enviar aos nossos paragens em S. Tomé e Príncipe.
Segundo dizem também que está a ser bem vendido em Angola porque os ritmos
ali por serem quentes fazem lembrar os angolanos do Africa Negra”. |